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Consultor Jurídico

Márcio Martins Bonilha obtém mais de 50% dos votos

18 de agosto de 1999, 0h00

Por Redação ConJur

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O Tribunal de Justiça de São Paulo já está sob a direção do desembargador Márcio Martins Bonilha. O novo presidente só ocupará o cargo até o fim do ano, quando serão realizadas novas eleições.

O pleito foi realizado em decorrência da aposentadoria compulsória do ex-presidente Dirceu de Mello, que completou 70 anos neste mês. Bonilha foi eleito com 66 votos, contra 34 do desembargador Augusto Nigro Conceição e 26 do vice-presidente da Casa, Amador da Cunha Bueno Neto.

O desembargador assume o cargo já com um plano de trabalho elaborado. Bonilha quer acelerar a informatização e fortalecer a atuação política do Judiciário paulista, além de prometer a manutenção de “um canal aberto de diálogo com a OAB, o Ministério Público e os demais Poderes do Estado”.

O plano chamado de “Governo Participativo”, prevê também a eliminação das sessões secretas no Tribunal, salvo nos casos previstos em lei.

O presidente do TJ paulista se formou pela faculdade de Direito da Universidade de São Paulo em 1957. Já em 1958, começou a atuar como promotor interino em algumas comarcas do Paraná. Foi nomeado promotor público no final de 1959 e exerceu essa carreira até 1961.

Márcio Martins Bonilha ingressou na carreira da Magistratura ainda em 1961, chegando ao Tribunal de Justiça em 1981.