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Em depoimento no Superior Tribunal Militar, nesta sexta-feira (27/6), o sargento do Exército Laci Marinho de Araújo, que assumiu sua homossexualidade em entrevistas, negou que tenha desertado. A informação é da Agência Brasil.
“Eu não tinha condição nenhuma [de ir trabalhar], estava de cama”, disse o militar à juíza Zilah Maria Petersen sobre as razões de não ter se apresentado no quartel no último dia 3 de abril, ato que configurou o crime de deserção.
Laci alegou à juíza que sofre de transtornos neurológicos e que, desde 2006, tem tido fortes crises. Completou que ainda hoje está em licença médica.“Nesse período, quase todo o tempo, eu fiquei acamado”, afirmou.
Embora Laci Araújo tenha apresentado atestado de um neurologista, o documento não foi homologado pela Junta Médica do Exército e, assim, ele foi considerado apto a trabalhar.
O sargento foi detido em 4 de junho. Dias antes, ele assumiu ser homossexual e revelou que mantinha um relacionamento com um colega de farda, Fernando Alcântara.
Revista Consultor Jurídico, 27 de junho de 2008
Se não forem respeitadas, as nossas instituições, aí é que seu singelo direito de opnião iria se curvar a regimes totalitários, em que as minorias, seriam esmagadas.
Acho que muitos se esquecem que não podemos direcionar condutas ou impô-las, desrespeitando. Não se pode desrespeitar a maioria pela imposição de opniões. Querer que condutas de minoria sejam aceitas como maioria é deveras perigoso, muito embora, acredito que tenham que ser imperiosamente respeitadas.
Repetindo (para o fato principal não cair no esquecimento...):
Ter oficial servindo de empregadozinho do Comando Vermelho (ao entregar três jovens para serem torturados e assassinados) POOOOOODE!
Ser gay assumido NÃO POOOOOODE!!!
Parabéns Exército brasileiro! O país te merece!!!
Sobre Justiça Militar, eu conheço. Pobre Sargento. Se descuidar, vai preso condenado por Deserção. Espero que seu Advogado seja bom.
acdinamarco@aasp.org.br