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Os auditores fiscais decidiram suspender a greve até o dia 1º de junho. Eles prometem voltar ao trabalho na próxima segunda-feira (12/5). Segundo o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal, Pedro Delarue, a decisão tomada quinta-feira (8/5) em assembléia foi uma exigência do governo para que as negociações possam prosseguir. A paralisação já dura 51 dias. As informações são da Agência Brasil.
O sindicalista disse que o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, só continuaria a negociação com a categoria fora do movimento grevista. "Se não houver entendimento com o governo, retomaremos a greve no dia 1º de junho", ameaça Delarue.
Ele espera que o governo cumpra sua parte para que as negociações possam ser concluídas de forma favorável a todos. “Os auditores estão agindo com maturidade, tentando evitar maiores transtornos à população. Nós demos um passo e esperamos que o governo dê o deles também.”
Delarue afirma que na segunda os trabalhos retornam. A categoria está disposta em negociar com o governo para acelerar os trabalhos em troca do não desconto dos dias parados. “Se tivermos que trabalhar mais para compensar o tempo que não trabalhamos, então vai ter que haver uma compensação de horas”, garantiu.
A categoria está em greve desde o dia 18 de março. Ela reivindica reajuste salarial; subsídio como forma de remuneração; e redução da distorção na tabela de vencimentos em que 90% da classe está no topo da carreira, 10% no início e a faixa intermediária praticamente não é ocupada.
Revista Consultor Jurídico, 9 de maio de 2008
Que país é este! Servidor significa "aquele que serve". Ora, agora cada dia que passa os servidores de nível superior (nível escolar, muitas vezes, não nível pessoal, nível de trabalho e de dedicação) buscam, não melhorias salarias, mas maravilhas salariais. Querem sempre mais. Como suportar um baque desses? Servidores que já ganham muito bem, agora querem encostas nos promotores e juízes. E com isso trazem prejuízos gigantes para a Nação.
Quem assume a responsabilidade daqueles que perderam o emprego?
Viva o país da IMPUNIDADE.