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Nova programação

Desembargador fala de concursos para juízes na TV

Quem abre a nova programação do programa Contraponto é o desembargador Antonio Carlos Viana Santos, presidente da Seção de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo. Na entrevista, ele fala sobre concursos para a magistratura, ministros indicados para os tribunais superiores, sistemas interligados de informações na Justiça paulista e uso de cartões corporativos.

Viana Santos explica, ainda, suas polêmicas frases: “Em breve teremos uma Suprema Corte sem juízes” e “uma mesma causa no Brasil pode ser julgada até 8 vezes”. O desembargador afirmou também que vivemos “a maior insegurança jurídica da história”.

O Contraponto está com novo horário. Agora, ele estréia em horário nobre, todas as segundas-feiras, às 22h30. A entrevista será exibida na terça-feira (8/4), às 9h15 — TV Justiça; quinta-feira (10), às 22h30 — TV Aberta de São Paulo e sábado (12/4), às 12h30 — TV Justiça.

Revista Consultor Jurídico, 7 de abril de 2008

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Total: 2Comentários

veritas (Outros - - ) 07/04/2008 - 18:51

Alguma surpresa PF ? Funcionarios da varig/nordeste/rio sul , recuperacao tramita no tjrj , até hoje nao receberam nada ,mesmo com o cristalino mandamento do art 54º
O plano de recuperação judicial não poderá prever prazo superior a 1 (um) ano para pagamento dos créditos derivados da legislação do trabalho ou decorrentes de acidentes de trabalho vencidos até a data do pedido de recuperação judicial.

Parágrafo único. O plano não poderá, ainda, prever prazo superior a 30 (trinta) dias para o pagamento, até o limite de 5 (cinco) salários-mínimos por trabalhador, dos créditos de natureza estritamente salarial vencidos nos 3 (três) meses anteriores ao pedido de recuperação judicial.

Todos foram demitidos em 2006 e ate agora nada receberam.O fundo de pensao vai receber primeiro que os trabalhadores o que podemos esperar ...



PF (Advogado Autônomo - - ) 07/04/2008 - 16:32

Ele vai falar sobre o concurso da magistratura do Rio de Janeiro também ???

Aquele mesmo que terminou em "pizza" no CNJ. Vai ?

E por falar nisso, cadê o Min. Pub. Fluminense ? Num vai tomar nenhuma providencia ? Impetrar uma ação civil pública? nada ?

ok ok ...

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