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Folga a devedores

Penhora online ficará fora do ar por uma semana

Os devedores estarão, de 25 a 29 de fevereiro, livres do sistema de penhora online. O sistema Bacen Jud vai sair do ar por uma semana para que seja instalada uma nova versão do programa. O Banco Central pede para que juízes providenciem o desbloqueio das ordens pendentes até o dia 25 de fevereiro e que não cadastrem novos bloqueios até o dia 29.

A nova versão do Sistema Bacen Jud passará por melhorias para facilitar o uso do sistema. A partir do dia 29, o acesso já estará liberado. Apenas a requisição de informações ficará limitada a determinado número de acessos, mas no dia 18 de março estará com o funcionamento normalizado.

O Bacen Jud foi criado em 2001 por meio de convênio entre o Conselho da Justiça Federal e o Banco Central. Com o convênio, coube a cada presidente dos tribunais regionais federais indicar os servidores que têm a atribuição de cadastrar os usuários do sistema (juízes e servidores). Esses servidores são chamados de masters. O juiz devidamente cadastrado pode acessar o sistema, pela internet, e emitir as ordens judiciais para bloqueio ou desbloqueio de valores da conta de devedores.

Revista Consultor Jurídico, 12 de fevereiro de 2008

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Total: 9Comentários

Júnior (Advogado Autônomo - - ) 16/02/2008 - 14:35

tem direito trabalhista na China e na Rússia? Leia Rui Barbosa: "devemos comparar os iguais com iguais, e desiguais com desiguais".

Att.,

Fábio

Júnior (Advogado Autônomo - - ) 16/02/2008 - 00:27

O Toninho malvadeza, seu amigo, também queria acabar com a JT. Enfim, o lalau apareceu (que bom), mas a JT só aumentou daquela data em diante, e o toninho se foi, mas sem sofrer tentando acabar com a JT (rs).

Itaú e Bradesco pagam bem? Nem vou contar isso para alguns amigos que trabalham lá, senão darão risada na minha cara.

Anos 70 não tinha globalização. Bom, não vou lhe ensinar economia, pois não tenho capacidade para tanto.

Creio que o senhor deve ter levado uma ferrada da JT que o faz perder até o sono. Já que eu não quero que sofra muito, tente relaxar, pois a JT não vai acabar, senão o país pára, de tanta greve, e ela precisa existir para dizer que a maioria delas é ilegal (infelizmente).

A maioria de pequenos empresários fecham pela incompetência. Para ser patrão precisa ter capacidade, senão só resta catar lata como empregado, algo mais nobre do que ser corrupto e sonegador.

O engano é que muitos se acham capazes, e ajudariam muito mais o Brasil crescer trabalhando para capazes, como o senhor.

O senhor é um sonhador e um dia irá acordar para a realidade e aprenderá a conviver com a JT, que é apenas sexagenária, mas na realidade é eterna.

3.500.000 de reclamações, fruto de incompetentes e corruptos que roubam os trabalhadores, ao invés de lutarem para diminuir a carga tributária, do que descontar sobre quem realmente construiu esse país: O TRABALHADOR!

Dessa vez desisti de discutir Direito com o senhor. Não dá! Boa sorte na sua tese de chamar autoridades de cafajestes, creio que irá bem longe com tanta difamação e injúria.

Desculpe-me pelos erros, mas estou com sono e cansado, pois só hoje ferrei dois babacas que andam de carro importado, e vão ter que pagar, juntos, mais de cinqüenta mil (rs).

Mig77 (Publicitário - - ) 15/02/2008 - 12:21

Sr. Junior,
Palavras belas, não purificam as impurezas da JT.Só camuflam as reais intenções de quem dela vive.
Objetivamente, não dá para comparar o trabalhador norte americano, japonês c/ o brasileiro eles vivem no 1° mundo.Certo.
O que estou querendo é comparar com o trabalhador chinês, hindu, russo.O Brasil na década de 70 exportava tanto quanto China, México etc.Hoje exporta 15 vezes menos.Aí haverá mais reclamações trabalhistas, ações de cobrança, crimes etc.Obrigado pelo exercício mental, mas, volto no problema.É moral.É nacionalismo.Eu não quero ser sequestrado nem roubado.
A Justiça do Trabalho existe sim, está aí. Mas vai acabar. Os direitos trabalhistas não acabarão. Com o fim da J.Trabalho eles se solidificarão, aumentarão.Os empresários, pela ótica do sr. são gananciosos e pagam mal.
Petrobrás 6.000 reclamações ativas.
Bradesco 5.500 " "
Itaú 4.000 " "
Mercedes, Volks,Fiat etc.
Essas tem estrutura economico-jurídica para que isso não acontecesse.
Como podemos ver palavras bonitas não resolvem esse problema.Não colam.
É questão moral sim.A J.Trabalho forma gerações de cafajestes,forma gangs de todas as bandeiras,inibe o emprego, e obriga patrão a pagar mal.E fecha empresas principalmente as pequenas.Que ganância é essa do empresário que fecha.
Pronto sr. advogado autonomo.Como eu quero acreditar que o sr.não infla o pleito de um cliente seu em sua inicial essa crítica não cabe ao sr.Porque quero acreditar que o sr. jamais concordaria em tirar de outro algo que não é devido.Se isso acontece, acredito que o sr. é um advogado honesto.
Então tirando as formalidade de praxe, só resta ao sr. explicar as 3,5 milhões de reclamações trabalhistas por ano.
Essa pergunta não se cala.

Saudações efusivas.

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