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Essa greve só demonstra o caos em que o estado de SP foi transformado após vários anos de (des)governo do PSDB e seus ilustres companheiros do DEM.
No mais, a greve vai parecer "elitizada" pela população, bem como não vai receber o apoio da OAB face à recente sacanagem "tentada" (e não conseguida por motivos óbvios, é claro) na questão da renovação do convênio da assistência.
Portanto, só resta desejar "boa sorte" aos nobres defensores, que, a exemplo dos valoros policiais civis paulistas (há mais de 14 anos sem aumento salarial, etc), só vão sair ainda mais enfraquecidos desse natimorto movimento paredista.
analucia:
"Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra".
William Shakespeare
karla
Analucia, o desconhecimento da lei é inescusável. Faça-me o favor de ler a Lei Orgânica para saber que defensor não é advogado público
O problema das vias alternativas, cara Ana Lúcia, é que elas custam.
O art. 134, CF, diz em letras garrafais que a Defensoria Pública deve ser instituída. E, como regra, o Estado deve criar e ampliar a estrutura das Def. Pcas., ao invés de arcar com gastos com Defensores Particulares, concessa venia.
Uma estrutura que funcionasse seria muito melhor que paliativos... Criaria institucionalização, assegurando efetiva preocupação com a sorte daqueles que não podem pagar honorários... É o que se espera...
Desejo sorte aos defensores públicos paulistas nessa luta pela a dignidade salarial (e vão precisar, com certeza).
Os delegados de polícia de São Paulo irão completar um mês em greve.
Agora, os defensores também anunciam que irão paralizar suas atividades.
Ambas as categorias são compostas por bacharéis em Direito integrantes do Poder Executivo de São Paulo, sinal que alguma coisa está errada.
PAra investir a crise carcerária bastaria ao tribunal de sáo paulo emitirem o atestado de pena pela internet, mas a Defensoria parece náo defender esta idéia, pois dá autonomia aos presos, seus familiares e advogados privados.
Muito o Estado terceirizar e incentivar a privatizaçao da assistëncia jurídica, pois náo é atividade privativa do Estado, pois seria violaçao do direito de defesa náo poder escolher o advogado, pois a ONU recomenda que haja várias alternativas aos processados.
O que deve ser fortalecido é o direito de escolha, pois fortalece o usuário.
Esse argumento de acusa e defende, é muito relativo, pois no processo civil temos defensores dos dois lados e no processo criminal de açao privada também podemos ter defensores dos dois lados. Ademais, do lado da defesa há mais de 40 mil advogados, afinal o defensor é um advogado que exerce advocacia social estatal para determinado segmento da sociedade. Curioso falar em arbitrariedades do Estado, como se a Defensoria náo fosse o próprio Estado e que quer ter monopólio.