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O STJ ESTÁ CORRETO E O COLEGA ERRADO.
NESTE CASO, O COLEGA DEVE NEGOCIAR COM O NOVO ADVOGADO DAS VÍTIMAS A PARTICIPAÇÃO QUE TEVE NO PROCESSO ATÉ QUE FOSSE SUBSTITUÍDO.
PRIMEIRO ELE CONSULTA A OAB NO TRIBUNAL DE ÉTICA, CHAMANDO O OUTRO COLEGA PARA SE MANIFESTAR, E DEPOIS, SE HOUVER NECESSIDADE, BUSCA O JUDICIÁRIO PARA RECEBER A SUA MERECIDA PARTE.
O PROBLEMA É QUE TEM ADVOGADO QUE PRETENDE SER O DONO DO DIREITO DO CLIENTE, ALGO QUE O JUDICIÁRIO HÁ TEMPOS NÃO PERMITE, GRAÇAS À DEUS.
Este problema não é isolado ocorre quase que diariamente quando feitos são encaminhados aos SETORES DE CONCILIAÇÃO, que visam desafogar o Judiciario as custas dos advogados, pois deveris ser previsto que todo acordo deveria preservar verba equivalente a sucumbencia aos advogados atuantes
O problema, senhores, é que essa prática (calote, disse o colega) está legalizada há tempos... E para todos os contribuintes... Todos quanto têm algo a receber enfrentam essa morosidade que alguns chamam de Justiça... Detalhe, burocracia construída por grandes Doutrinadores, advogados ou juízes..., que - vez por vez - sentem na pele como é figurar como credor, no Brasil... Senta e espera.
****leia-se " o código de ética ( o nosso) tem previsão..." Se fosse como está escrito originalmente- muito dos nossos estariam presos...
A solução do problema deve vir do advogado posterior ao substabelecente. Creio- é dele que os valores devem ser negociados. O absurdo, eticamente, é a verificação de que o primeiro titular da advocacia fique a ver navios. O código de ética ( o nosso) tem prisão para essa situação.Infelizmente temos colegas que não respeitam a nobreza da advocacia. Isso é comum. Uma pena. Somos mais de 500.000 no Brasil.
Otavio Augusto Rossi Vieira, 41
Advogado Criminal em São Paulo
O calote está sendo legalizado.
Que pena...