www.conjur.com.br
George, esse posicionamento é reflexo da insatisfação da sociedade. Existe uma falsa democracia que atualmente vivemos. Na verdade essa baderna que agrada alguns, porém a maioria vive ansiosa por um “Capitão Nascimento”. Isso é muito perigoso! O Legislativo não funciona e o Judiciário vive num mundo de faz de conta, discutindo filosofia e leis em salas com ar refrigerado debatendo o uso das algemas no cidadão pagador de impostos! Enquanto isso na minha cidade os 3 candidatos a prefeitos são políticos profissionais que já tiveram no poder, não fizeram nada e não o farão novamente. E aqui, no site da Conjur, leio pessoas falando em estado de DIREITO! E que devemos dar o troco nas urnas? Como eu vou da o troco nas urnas? Nem opção eu tenho. Acredito que essa situação se passe em outras capitais do Brasil.
Estranho o posicionamento do colega Armando do prado que, geralmente, se pauta pela defesa dos direitos fundamentais.
Esses direitos são (ou devem ser) para todos, ressalte-se, independentemente de classe social ou qualquer outro critério discriminatório.
Alguns comentaristas estão desvirtuando a questão.
O velho discurso do "quem não deve não teme" é uma falácia sem tamanho.
Não se trata de não temer, mas de ver assegurada a intimidade pessoal, como estampa a Constituição.
O cidadão honesto não deve se incomodar com essa invasão? Se não é criminoso, não há mal em devassar suas conversas particulares? Francamente.
Parece que o Estado policialesco ainda agrada a alguns saudosistas das classes média e alta.
Quem tem medo de grampo telefônico? Com certeza não é o trabalhador, os que vivem com dignidade, o honesto.
Portanto, quem tem medo de grampo?
Com certeza, os Demóstenes da vida, com certeza. Com certeza, os que não pautam sua vida pelas regras republicanas.
E, finalmente, o servidor público, o funcionário público, aquele que é pago pelo povo deve ter suas atividades com a máxima publicidade, conforme a CF.
Então, quem tem medo de grampo?
Cuidado , não falem co suas namoradas e amantes ao telefone , alguém pode estar escutando , sexfone? nem pensar...
Sobre o assunto, gostaria de ouvir o Santa Inquisição.
A "defesa" só ficaria contente com a extinção das escutas, por motivos mais que evidentes. O instrumento de investigação deve ser preservado sob pena de aumentarmos, ainda mais, o crescente sentimento de impunidade.
Tudo mundo quer sder o dono do circo, mais os palhaços e o povão.
Daqui a pouco ninguem mais acreditara no poder judiciário, ficando mais importante a divulgação para a imprensa. do legais e dos ilegais.
E triste mais e a realidade.
Para agradar a todos, sugiro incluir:
art. xx - o juiz, ao autorizar a interceptação telefônica, dará ciência imediata ao titular da respectiva linha, por oficial de justiça, a fim de evitar gravações que não interessem às investigações ou que possam prejudicar a defesa.
Senhoras Jornalistas,
Perguntar para advogado se gostam de grampos? É OBVIO QUE ELES NÃO QUEREM ISSO. Vocês estão parecendo jornalistas esportivos fazendo aquelas perguntas bestas pra jogador...tenha paciência. QUE JORNALISMO É ESSE QUE NÃO OUVE UM DOS PRINCIPAIS INTERESSADOS: O PODER JUDICIÁRIO.