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Lembrodo hotel 4 rodas, construído na mumunha governamental. Agora o que surpreende é o pessoal que cuida dos negócios públicos insistirem em querer fazer tudo na privada. Na hora de repartir a muamba, sempre haverá alguém descontente.
O que o Mendes e esse Demo não fazem para reverter a situação?!Protegidos pela famosa revista "Veja"(acostumados a proteger a elite)
Isso está ficando perigoso.ninguém se entende,todo mundo fiscalisa todo mundo,até onde vai isso? isso vai parar?O povo está ficando com medo,pois isso só gera insegurança.
Mais um factóide produzido pela fascista Veja. Desta vez, como coadjuvante aparece o presidente supremo, em conversa pouco republicana, com o senador "democrata" Demóstenes (pobre grego!), cuja maior obra é o inconstitucional RDD.
Aguardemos as investigações, muitas carapuças cairão.
SAMBA DO JURISTA LOUCO
PEC xxxxx/2008
Todo brasileiro tem o direito de possuir e portar uma maleta de grampo.
Esse direito será uma das cláusulas pétreas.
Será criado o Registro Nacional de Maletas de Grampo - RENAMAGRO.
O limite de operações simultâneas é de 30 grampos.
Acima desse limite multa de R$ 137,49 por grampo excedente.
Ultrapassando 20% do limite a multa sofrerá um acréscimo de 62,96%.
Prerrogativa de foro para os de sempre.
A multa só será cobrada após a sentença transitar em julgado.
Exposição de Motivos
O serviço de telefonia é um serviço público e como tal não pode sofrer nenhum tipo de restrição. É como se a conversa estivesse ocorrendo numa praça pública, às 13:00, em dia de sol.
Se você quer combinar um crime, marque com seu cúmplice um encontro para almoço num restaurante italiano.
Será imoral, ilegal e engordará. Oba!
Assim poderão combinar o golpe calmamente. Olho no olho. Sentindo todas as nuances do interlocutor. Nada de tele-conferência. Como um juiz inquirindo um réu. Tudo ao vivo.
INEXORÁVEL
O Pres. Figueiredo era sócio fundador, sócio remido e sócio atleta do SNI.
Pois também foi grampeado, no seu gabinete, durante sua presidência. E vamos combinar, o homem era nervoso. E mesmo assim foi grampeado.
Alguém acha que vão conseguir acabar com o grampo?
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Nos Estados Unidos a monitorização telefônica nem precisa de ordem judicial. Por outro lado, “quem não deve não teme” diz o sábio adágio. Portanto, é muito lógico que paire uma aura de malfeitor sobre aqueles que são mais veementes quanto à restrição vigorosa desse meio de investigação.
Esses procedimentos investigatórios são plenamente controlados pela justiça. A questão não é restringir tais investigações e sim aprimorar mecanismo para punir o desvio de conduta. Em lugar de corrigir a torneira que goteja querem obstruir a fonte.
Poderíamos questionar se houve mesmo o “grampo” ? Eu tenho dúvida.
MUDANÇAS
Proibir ou restringir os grampos legalmente autorizados somente a poucos tipos de crimes será a verdadeira privatização do grampo.
Quando se vê uma foto da famosa "maleta do grampo" percebe-se claramente a facilidade que o equipamento proporciona. Mais uma vez é a informática que está obrigando todos a correrem atraz dela. Vide campanha política na internet, estatísticas do judiciário ou processo eletrônico.
E se não conseguem nem restringir as armas ou o tráfico, menos ainda a posse desse tipo de equipamento. Leve, simples e discreto.
Essa privatização do grampo será muito pior.
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O Estado não é policial, é frouxo (Clóvis Rossi, F.S.P.)
SÃO PAULO - Dois presidentes, Gilmar Mendes, do STF, e Garibaldi Alves, do Senado, viram nos "grampos" em seus telefones um "estado policialesco".
É precisamente o contrário. Estado policialesco pressupõe um Estado forte, onipresente, hiperativo.
O que existe no Brasil é um Estado frouxo, inerme, ausente exatamente onde a sua presença é mais necessária.
Episódios como o dos "grampos" contra duas das mais altas autoridades da República, para não mencionar Gilberto Carvalho, o mais próximo assessor do presidente Lula, só demonstram o quanto o atual governo é omisso. Prova-o a seguinte frase do ministro da Justiça, Tarso Genro, falando precisamente sobre interceptações telefônicas: "Estamos chegando a um ponto em que temos de nos acostumar com o seguinte: falar no telefone com a presunção de que alguém está escutando".
Traduzindo: o chefe da Polícia Federal, em vez de se indignar - e agir em conseqüência, o que seria ainda mais relevante -, prefere conformar-se com a sua incompetência, impotência, inapetência ou tudo isso ao mesmo tempo para controlar atividades que desrespeitam o Estado de Direito.
Cosneguiram afastar Paulo Lacerda.
Uma escuta telefonica divulgada por Veja, cujas fontes são sempre protegidas,e que podem ser fontes de agua podre, são suficientes para que o Supremo, numa espécie de extase fulminante, coloque a governabilidade em cheque, ao ameaçar o presidente da republica... nao se sabe de que, mas talvez, como ja prega a oposicao, impeachment.
Determinados empresarios deste pais, que compram delegados, compram imprensa, utilizam-se dos lobies mais nojentos, abrigando senadores, ex chefes de casa civil, ou seja, tudo o que cair na rede, para objetivos mais que claros: fortuna e poder.
E é nesse jogo que se enquadra a demissão de nosso Eliot Ness, banido ao ostracismo, enquanto o All Capone desfila vitorioso.
Seus advogados estão exultantes, pois está garantida sua absolvição. E nem tentem prejudicá-lo, pobres mortais, que serão lançados às chamas do inferno de Dante.