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Por causa de grampo no STF, Lula afasta cúpula da Abin

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allmirante (Advogado Autônomo 02/09/2008 - 20:48

Lembrodo hotel 4 rodas, construído na mumunha governamental. Agora o que surpreende é o pessoal que cuida dos negócios públicos insistirem em querer fazer tudo na privada. Na hora de repartir a muamba, sempre haverá alguém descontente.

ANSELMO (Bacharel 02/09/2008 - 18:50

O que o Mendes e esse Demo não fazem para reverter a situação?!Protegidos pela famosa revista "Veja"(acostumados a proteger a elite)

Simão (Comerciante 02/09/2008 - 18:11

Isso está ficando perigoso.ninguém se entende,todo mundo fiscalisa todo mundo,até onde vai isso? isso vai parar?O povo está ficando com medo,pois isso só gera insegurança.

Armando do Prado (Professor 02/09/2008 - 16:59

Mais um factóide produzido pela fascista Veja. Desta vez, como coadjuvante aparece o presidente supremo, em conversa pouco republicana, com o senador "democrata" Demóstenes (pobre grego!), cuja maior obra é o inconstitucional RDD.

Aguardemos as investigações, muitas carapuças cairão.

Ticão - Operador dos Fatos (Outros 02/09/2008 - 13:47


SAMBA DO JURISTA LOUCO

PEC xxxxx/2008

Todo brasileiro tem o direito de possuir e portar uma maleta de grampo.
Esse direito será uma das cláusulas pétreas.
Será criado o Registro Nacional de Maletas de Grampo - RENAMAGRO.
O limite de operações simultâneas é de 30 grampos.
Acima desse limite multa de R$ 137,49 por grampo excedente.
Ultrapassando 20% do limite a multa sofrerá um acréscimo de 62,96%.
Prerrogativa de foro para os de sempre.
A multa só será cobrada após a sentença transitar em julgado.

Exposição de Motivos

O serviço de telefonia é um serviço público e como tal não pode sofrer nenhum tipo de restrição. É como se a conversa estivesse ocorrendo numa praça pública, às 13:00, em dia de sol.
Se você quer combinar um crime, marque com seu cúmplice um encontro para almoço num restaurante italiano.

Será imoral, ilegal e engordará. Oba!

Assim poderão combinar o golpe calmamente. Olho no olho. Sentindo todas as nuances do interlocutor. Nada de tele-conferência. Como um juiz inquirindo um réu. Tudo ao vivo.

Ticão - Operador dos Fatos (Outros 02/09/2008 - 13:16


INEXORÁVEL

O Pres. Figueiredo era sócio fundador, sócio remido e sócio atleta do SNI.
Pois também foi grampeado, no seu gabinete, durante sua presidência. E vamos combinar, o homem era nervoso. E mesmo assim foi grampeado.
Alguém acha que vão conseguir acabar com o grampo?
.

Almir (Investigador 02/09/2008 - 13:09

Nos Estados Unidos a monitorização telefônica nem precisa de ordem judicial. Por outro lado, “quem não deve não teme” diz o sábio adágio. Portanto, é muito lógico que paire uma aura de malfeitor sobre aqueles que são mais veementes quanto à restrição vigorosa desse meio de investigação.
Esses procedimentos investigatórios são plenamente controlados pela justiça. A questão não é restringir tais investigações e sim aprimorar mecanismo para punir o desvio de conduta. Em lugar de corrigir a torneira que goteja querem obstruir a fonte.
Poderíamos questionar se houve mesmo o “grampo” ? Eu tenho dúvida.

Ticão - Operador dos Fatos (Outros 02/09/2008 - 13:05


MUDANÇAS

Proibir ou restringir os grampos legalmente autorizados somente a poucos tipos de crimes será a verdadeira privatização do grampo.

Quando se vê uma foto da famosa "maleta do grampo" percebe-se claramente a facilidade que o equipamento proporciona. Mais uma vez é a informática que está obrigando todos a correrem atraz dela. Vide campanha política na internet, estatísticas do judiciário ou processo eletrônico.

E se não conseguem nem restringir as armas ou o tráfico, menos ainda a posse desse tipo de equipamento. Leve, simples e discreto.

Essa privatização do grampo será muito pior.
.

Luismar (Bacharel 02/09/2008 - 12:37

O Estado não é policial, é frouxo (Clóvis Rossi, F.S.P.)

SÃO PAULO - Dois presidentes, Gilmar Mendes, do STF, e Garibaldi Alves, do Senado, viram nos "grampos" em seus telefones um "estado policialesco".
É precisamente o contrário. Estado policialesco pressupõe um Estado forte, onipresente, hiperativo.
O que existe no Brasil é um Estado frouxo, inerme, ausente exatamente onde a sua presença é mais necessária.

Episódios como o dos "grampos" contra duas das mais altas autoridades da República, para não mencionar Gilberto Carvalho, o mais próximo assessor do presidente Lula, só demonstram o quanto o atual governo é omisso. Prova-o a seguinte frase do ministro da Justiça, Tarso Genro, falando precisamente sobre interceptações telefônicas: "Estamos chegando a um ponto em que temos de nos acostumar com o seguinte: falar no telefone com a presunção de que alguém está escutando".
Traduzindo: o chefe da Polícia Federal, em vez de se indignar - e agir em conseqüência, o que seria ainda mais relevante -, prefere conformar-se com a sua incompetência, impotência, inapetência ou tudo isso ao mesmo tempo para controlar atividades que desrespeitam o Estado de Direito.

dinarte (Empresarial 02/09/2008 - 11:57

Cosneguiram afastar Paulo Lacerda.
Uma escuta telefonica divulgada por Veja, cujas fontes são sempre protegidas,e que podem ser fontes de agua podre, são suficientes para que o Supremo, numa espécie de extase fulminante, coloque a governabilidade em cheque, ao ameaçar o presidente da republica... nao se sabe de que, mas talvez, como ja prega a oposicao, impeachment.
Determinados empresarios deste pais, que compram delegados, compram imprensa, utilizam-se dos lobies mais nojentos, abrigando senadores, ex chefes de casa civil, ou seja, tudo o que cair na rede, para objetivos mais que claros: fortuna e poder.
E é nesse jogo que se enquadra a demissão de nosso Eliot Ness, banido ao ostracismo, enquanto o All Capone desfila vitorioso.
Seus advogados estão exultantes, pois está garantida sua absolvição. E nem tentem prejudicá-lo, pobres mortais, que serão lançados às chamas do inferno de Dante.

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