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O autor é só um ex-deputado federal defendendo seus pares, Não devemos dar tanta importância a esse tipo de gente. Vide como é o congresso brasileiro com seus políticos de reputação ilibada...
"O que os olhos não veem o coração não sente" ..eu diria que também:
-O que os ouvidos não escutam o coração não sente. Diante das escutas qualquer mortal se revela. Quem nunca 'atravessou uma rua fora da faixa de segurança', deu uma cuspida errada ou etecétera.. não é mesmo.
Portanto reitero que o respeito é bom para todos nós míseros mortais. Bem algo deve ser feito urgente para que o 'gp' continue o seu uso policial rotineiro e de inteligência (na moita),, e com o 'devido uso' só para contrôle de segurança nacional. rs
O totalitarismo do atual Governo (leia-se Executivo), é gigantesco, e nunca esteve tão aparelhado neste País. Mas o caso da escuta do presidente do STF, está na cara, foi uma auto-escuta convenientemente vazada. São as típicas ações da chamada contra-espionagem (ao melhor estilo da bomba do riocentro), que buscam beneficiar a suposta vítima. Só não vê quem não quer...
Ô Dinamarco, sai dessa...Coisa feia!
Ouvir conversas de outrem ? Quem não deve não teme. Nem treme...
acdinamarco@adv.oabsp.org.br
muito bom o texto do ilustre advogado.
Mas que tal a Veja, para melhorar a qualidade do jornalismo e a punição da arapongagem, denunciar essa "fonte" tao preciosa que é defendida com unhas e dentes?
E se o autor do grampo tiver agido de forma independente (ja aconteceram grampos em guerra comercial das teles, ha pouco tempo, no país).
Quais os verdadeiros interesses na execução e divulgação desse gravissimo grampo? Ou novamente o culpado sera o mordomo?