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O Senador Demóstenes foi grampeado pedindo consultoria ou assessoria jurídica ao Presidente do Supremo Tribunal Federal, ainda que contando com todo os assessores pagos pelo Senado (por nós, portanto). Após, surgem os Doutos Senador e Ministro na qualidade de vítimas, sem que tenhamos a resposta básica a questão que não quer calar: o que, efetivamente, queriam dizer na conversa que parece uma consulta ??????????????????????
Espero que estas medidas estejam bem patrocinadas pelos que também defendem o pão de cada dia sabe, os que de fato operam nos 'grampos'têm que ser ouvidos, os que deveriam estar em constante avaliação(física e mental) e treinamentos profissionais pertinentes indispensáveis afim de que não 'provoquem uma reviravolta ruidosa' nas próximas 'operações' ou mesmo as que seguem em curso atualmente. Reitero que os 'oficiais' bem preparados operadores do 'grampo'tem a experiência para mensurar após um tempo de escuta o grau de expectativas para cada investigação!
-Fiquem tranquilos..
"Ninguém nunca conseguirá restringir o 'grampo profissional sério autorizado' - não há como, já faz parte e está intrínseco na atividade investigativa."
Esse negócio de restrição ao grampo, lembra aquela história da "meio grávida".
O MP e a Polícia, esses "monstros", são "educados nas 'escolinhas patrocinadas pelo Estado' para alimentarem a desobediência ao Estado Democrático de Direito"? Você está bem, Domingos da Paz? Com as faculdades mentais íntegras e preservadas? Sei não...
Pronto! Agora funcionário das prestadoras viraram invstigadores; era o que estava faltando....salvem-se quem puder...
Otávio Augusto Rossi Vieira, 41
Advogado Criminal em São Paulo