Total: 8 Comentários

TSE garante registro de candidato que responde ações

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Bira (Industrial 06/09/2008 - 13:10

Incrivel, a própria justiça alega ser impossível realizar o trânsito em julgado e sequer se esforça em proteger a população, bloqueando tais candidatos.
O dinheiro desviado também pertence aos membros judiciário, logo, não faz sentido manter o status quo da situação.

LUCIANO (Servidor 29/08/2008 - 13:55

ô! coisa decente. Rapaz!, veja como tô feliz, hahahahahaha. Sou eleitor, é meu voto é nulo.

Sargento Brasil (Policial Militar 29/08/2008 - 00:44

É por isso que vou anular meu voto. Ele vale tão pouco, que sequer pode ter a altivez de escolher aquele que o valorize, pois, o orgão que tem o dever de pelo menos organizar para que todos os candidatos sejam imaculados, facilitam a candidatura dos maculados.

allmirante (Advogado Autônomo 28/08/2008 - 12:56

Seria oportuno lições de português às altas sapiências. De candidato se exige candura, ser imaculado, não manchado por qualquer suspeita. Por isso a designação candida to.
Além da mais completa impunidade, é desumano e cruel a bênção a esses elementos que vem infestando e incitando à pratica de todos os crimes em nossa sociedade.

Edy (Consultor 28/08/2008 - 06:53

Zerlottini (Outros - - ) 28/08/2008 - 01:22 - E muda o que?...
Lembra-se das palavras do nosso mestre...Um Messias transformado que os políticos terão de enfrentar

NO FUTURO próximo, os governantes políticos de todas as nações e povos terão de decidir definitivamente o que fazer quanto ao Messias. Perto dos meados do primeiro século de nossa Era Comum, este Messias, Jesus, o Descendente do Rei Davi, teve encontros diretos com um par de governantes políticos, mundanos. O Rei Herodes Ântipas, da Galiléia, depreciou Jesus como sendo o Messias e zombou dele no tribunal, mandando-o de volta ao governador romano da Judéia, Pôncio Pilatos, para um julgamento final. O Governador Pilatos, representando o Imperador Tibério de Roma, cedeu à pressão duma turba antimessiânica e sentenciou Jesus à morte, por ser pregado numa estaca, como escravo criminoso. (Lucas 23:1-25) Mas, hoje em dia, os governantes políticos terão de enfrentar um Messias muito diferente do Messias abnegado do ano 33 E. C.

2 OS governantes políticos, especialmente os da cristandade,

Zerlottini (Outros 28/08/2008 - 01:22

Próximos candidatos: Fernandinho Beira Mar, Marcola, Elias Maluco. Cacciolla, Dantas, enfim, todos gente do mais fino grau! Renan Calheiros, Joaquim Roriz, et caterva. E põe caterva nisso! Ah, sim, estava me esquecendo: Suzanne Richtöffen e os irmãos Cravinhos. Como dizem, gente coisa é outra fina... Os Nardoni também são excelentes candidatos! Agora, quem se diz honesto, que vá cantar outra freguesia, que lá NÃO É LUGAR DELES, DEFINITIVAMENTE! Aqui em BH tem um candidato a prefeito com o nome (ou pseudônimo, sei lá) de Periquito. Este nosso país vai acabar virando um zoológico: um molusco na presidência e um Periquito na prefeitura de BH. Resta saber quando é que vão aparecer os beija-flores, os joões de barro, os tico-ticos... E resta saber se ele é Periquito maracanã ou australiano.
E o grande problema, Sr. Condor, é que, depois de efetivado, ele pode usar a MALDITA IMPUNIDADE PARLAMENTAR, pra se livrar de quaisquer acusações. E os vamos ter de sustentar um bandido com trocentas condenações no lombo... Agora, é uma troca de papéis... Um sujeito condenado, respondendo a processos, legislando. Adivinha em nome de quem ele vai legislar? Do povo? Só se for do "povo" dele. Os familiares e agregados.
Francisco Alexandre Zerlottini. BH/MG.

Zito (Consultor 27/08/2008 - 21:03

Em ambos os casos, caso não tenha saido a sentença, não se faça o Registro.
Caso ele seja eleito, vai gozar de foro privilegiado.
E como fica a sociedade Brasileira.
S. M. J.

Castro Alves (Estudante de Direito 27/08/2008 - 20:36

Data venia, mas é melhor não permitir que se eleja um corrupto ou improbo (na hipótese de reforma da sentença condenatória), do que PERMITIR que seja eleito esse cidadão que venha a ter sua sentença condenatória mantida. É o velho princípio de que é melhor absolver um culpado do que condenar um inocente, aplicado inversamente em se tratando de mandatos eletivos.

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