Total: 48 Comentários

Juíza recorre ao MP para apurar origem de grampo

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Zerlottini (Outros 15/07/2008 - 10:17

Parabéns, doutora desembargadora! Mande a PF pedir desculpas a todo mundo que eles prenderam! E prometer NUNCA MAIS fazer isso! Onde já se viu? Prender ladrão de colarinho branco? Onde les acham que nós estamos? Na Suíça? Não, senhores, isto aqui se chama BRASIL, UM PAÍS DE TOLOS! Da impunidade, da bandalha, do molusco, etc., etc. Deixem os pobres coitados dos colarinhos brancos em paz! Ou, então, vão ficar ajoelhados no milho, pra aprenderem...
Francisco Alexandre Zerlottini. BH/MG.

Eduardo Peres F Câmara (Família 14/07/2008 - 23:22

A Polícia Federal está certíssima. Tem de investigar tudo e todo o mundo sem ordem judicial mesmo. Quem não deve não teme. 90% do texto do artigo 5º da CF de 1988 nada tem a ver com o povo e sim com os direitos e garantias individuais dos ricos, dos poderosos e de gangs como essa chefiada pelo Daniel Dantas que até inventou um nome muito interessante para o seu Banco " Opportunity" para lavar dinheiro,fazer maracutaias e pagar propinas. se eu fosse Delegado da Polícia Federal fazer uma operação " OPORTUNIDADE" para checat todos os clientes desse tamborete. Sim, porque pessoas normais, cidadãos comuns têm conta é no Bradesco, Itaú Banco do Brasil e os outros que todos conhecemos. Mas nunca em " Opportunity, Marka e Fonte Cidam.

Eduardo Peres F Câmara (Família 14/07/2008 - 23:15

É desembargadora!!! Em boca fechada não entra mosquito!!!!

Galvão (Outros 14/07/2008 - 21:37

É sempre bom lembrar que o Daniel Dantas mancomunado com FHC, Sérgio Motta, Mendonça foi o grande beneficiário na roubalheira da privatização das teles. E quem estava lá como assessor jurídico da Casa Civil? Ele mesmo, o Gilmar Mendes que em pagamento dos bons serviços prestados foi indicado para o STF pelo Dom Corleone tucano. Com os últimos procedimentos do Ministro, já não acredito que o Gilmar Mendes flagrado na operação Gautama seja apenas um homônimo.

Nelson Rodrigues (Outros 14/07/2008 - 14:53

O delegado Luiz Roberto reclama da correção de um erro que ele mesmo apontou. O delegado Luiz Nassif mostra segurança típica de quem sabe mais que jornalistas na sua nota. Ainda bem que polícia, justiça e imprensa têm papéis definidos e buscam a verdade. Isso dá a certeza de que Daniel Dantas, na hora certa, será colocado em seu devido lugar: na cadeia. Ele e os policiais federais que usaram suas insígnias para embolsar os 25 milhões de euros que a revista Veja informa terem sido importados da Itália para faturar os negócios da telefonia brasileira.

patuléia (Outros 14/07/2008 - 12:56

...e tem, também, os subservientes de poderosos, sem caráter e sem honra.

olhovivo (Outros 14/07/2008 - 12:47

Só o fato de alguém impetrar HC contra todas as varas e, ainda, contratar o Mossad (ex-coronel israelense), para simplesmente tentar saber se tramita inquérito contra ele, é uma vergonha para este "Estado Democrático de Direito". Até Kafka ficaria indignado. Mas as macacas de auditório acham lindo.

patuléia (Outros 14/07/2008 - 12:28

...quando Nassif diz Vara federal de SP, apenas mostra que não domina o jargão dos iniciados, o que não invalida a suspeita levantada de que a mídia da unanimidade está plantando factóides.

Josué (Comerciante 14/07/2008 - 12:27

É perfeitamente normal juízes e desembargadores receberem e falarem ao telefone com advogados. Tenho vários amigos advogados que falam com juízes sobre processos em que atuam. Me parece que a notícia é mais sobre o grampo irregular. A desembargadora é mais uma vítima nessa história cada vez mais confusa.

barbosa (Jornalista 14/07/2008 - 11:47

Curiosa a informação de que a desembargadora atende pelo telefone advogados com casos pendentes sob sua responsabilidade. Seria isso verdade? Isso porque questionando diversos advogados militantes, informaram que sequer são recebidos quando procuram pessoalmente desembargadores; no máximo, são atendidos por algum assessor, geralmente com grande má-vontade. Seria interessante que isso fosse devidamente esclarecido, pois ainda que aparentemente atender um telefone não seja normalmente algo anormal, no caso de magistrados e advogados isso não é comum, motivo pelo qual seria interessante confirmar a veracidade ou não da notícia.

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