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O engenheiro cantor político se esquece dos INÚMEROS casos em que a mãe, querendo sentir-se vingada pela rejeição da separação, e demonstrando ser pessoa de baixíssima estirpe (o que não é levado em consideração na hora de decidir com quem vai ficar o filho) arquiteta infindáveis planos e evasivas para que o pai, principalmente quando ele reside em outra localidade, não consiga ter contato com o filho, muitas das vezes visando, inclusive, ajuizar depois ação de abandono afetivo e arrancar mais algum dinheiro do infeliz, que além de não conseguiir ver o filho por conta das constantes evasivas e exigências da mãe; além de saber que está pagando pensão para sustentar a ex mulher e não seu filho, quando a pensão é deferida somente a ele mas o dinheiro é utilizado somente por ela; ainda vai ter de compensar a frustração que muitas vezes não é do filho, já que a mãe providencia para que nenhum contato exista, mas da própria mãe.
Se ela lei for aprovada, ela vai ser mais uma desculpa para o uso da manipulação, para o abuso do direito, como vem acontecendo muitas vezes em relação à Lei Maria da Penha. E o abuso afasta o direito.
Nem todas as mulheres são merecedoras desse tratamento legal diferenciado que a lei vem dando a quem já cansou de provar que só é mais fraca que os homens (e nem sempre) fisicamente.
O pai j´sacomeça uma disputa de guarda em situação de desvantagem, porque ainda existe muito conservadorismo no entendimento de que a mãe faz mais falta, o que nem sempre é verdade.
Mulheres que são pensionistas profissionais e que vivem para manipular situações, usando e abusando da Lei de Gerson, também não deveriam ser consideradas dignas de criar filho, porque o mau exemplo também (des)educa.
Querem penalizar mais uma conduta.
Daqui a pouco não sobrará nada para se fazer que não seja alvo de um tipo penal.
Essa inflação penal engordada pelo clamor popular e pela emergência é simplesmente patética.
Cada vez mais crimes, e cada vez mais não se tem o que fazer com os agentes desses milhares de fatos típicos que vão jorrando sem parar.
Lamentável.
Não seria de se estranhar caso o bispo fosse a favor também da pena de morte no Brasil.As vezes imagino a dificuldade em se fazer justiça por parte de um Juiz ou Promotor em ter de acatar leis incoerentes e de caráter eleitoreiro.
È cada uma que aparece, os fins são totalmente populistas, é óbvio que tal medida visa tão somente gerar polêmica, resolver mesmo o problema com medidas eficazes, ninguém quer. Criar lei deveria ser levado mais a sério neste país.
Que é que tem haver o amor com a irresponsabilidade de determinados indivíduos, no caso o pai ou pais, que ambandonam seus filhos?
Nada vai obrigar alguem amar o deixar de amar a outrem! A não dentro do absurdo conceito atualamente empregado por alguns jornalistas brasileiros. Quanto a falta de lei que mande para a cadeia, efetivamente puna pais que abandonem seus filhos menores de 18 anos, isso sim,é algo extremamente necessário. Com total razão a Srª Ana Paula.
Depois de longos anos de César Maia, para quem pensava que não poderia haver nada pior, eis aí o futuro prefeito do Rio de Janeiro.
O amor ou é espontâneo ou não é amor. Aliás, obrigar alguém a amar outrem produzirá, inexoravelmente, o efeito de infundir, isto sim, o ódio na mente e no coração daquele que se tornará devedor de amor contra o credor do amor. Francamente, onde já se viu transformar o amor em obrigação, vínculo entre credor e devedor? Tem cada um....
Concordo com o Sr. redator no que tange ao mérito de que ações judiciais não têm o poder, muito menos o escopo, de estreitar laços afetivos entre indivíduos...
Mas acho que o Sr. redator foi um pouco incisivo nas críticas políticas que fez ao subscritor do PL.
Muito embora seja notório que "de boas intenções está cheio o inferno", compreendo o espírito deste projeto: chamar à responsabilidade os genitores ausentes! Nada mais nobre e oportuno, tendo em vista o caráter educativo da atividade legiferante.
Infelizmente a sociedade brasileira necessita de parâmetros legais para pautar condutas estritamente civilizadas, ex vi da necessidade de um Código de Menores, um Código de Idosos, enfim... lamentável, senhores, lamentável, mas reputo por NECESSÁRIA uma lei que responsabilize, objetivamente, os genitores, para com seus rebentos...
Só de pensar que esse indivíduo é um dos mais bem colocados na corrida para a substituição do César Maia tenho verdadeiros calafrios.
Era só isso mesmo que faltava!!! Esse Senador é um verdadeiro gênio! Por que será que nenhum outro déspota havia pensado nisso antes? O conhecimento jurídico desse Senador é algo, realmente, fora do comum!! Estava faltando um tipo penal novo mesmo esta semana!