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Total: 16 Comentários

Justiça suspende ação contra coronel Brilhante Ustra

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rubens leite filho (Advogado Autônomo 02/05/2008 - 21:56

De pensar que a onda de atentados a distritos policiais e postos da polícia militar em maio de 2.006 do pcc teve origem em passa moleque e traição...

rubens leite filho (Advogado Autônomo 02/05/2008 - 21:54

Carandiru-SP - 111 mortos covardemente;
Candelária - RJ;
Carajás - PA;
Castelinho - SP;
Rota 66;
Favelas no rj e sp;
Diadema;
E o pulso ainda pulsa...

rubens leite filho (Advogado Autônomo 02/05/2008 - 21:36

Os que submetem as lesões sofridas (e demais atrocidades e porcalhices dos milicos e seus assistentes de farda e sem farda...) ao Poder Judiciário, nada mais fazem, senão fazer valer as prerrogativas constitucionais violadas pelos que TOMARAM DE ASSALTO O PODER CONSTITUÍDO EM 1964. Verdadeiros brasileiros foram àqueles que tombaram contra a ignara elite e a direita furiosa (udn, latifúndio, industriais, banqueiros)e seu braço armado que lambiam botas ianques! Major Lamarca (eis que tombou no exercício da função como capitão do Exército para reprimir "os revolucionários de 1964, incluindo a tfp e porco padre norte-americano, daí ter que ser promovido automaticamente!!!), Deputado Carlos Marighella, os irmãos Petit (CUJA MÃE PERDEU TRÊS FILhOS VALOROSOS QUE PEITARAM OS GORILAS), o Deputado Rubens Paiva; o jornalista Vladimir Herzog, et caetera, et caetare,. Qualquer um desses mortos, não tem dinheiro que pague o ato de bravura e heroismo!!! Não será uma indenizaçãozinha ue apagará esses atos repugnantes de fascistas e seus aderentes!

Landel (Outro 01/05/2008 - 19:54

Tudo o que está sendo feito hoje em relação ao período de lutas que ocorreu na época do regime militar só tem comparação com o filme "A Corrida do Ouro" de Charles Chaplin. Seria cômico, mas é trágico. Porém a atitude de todos que hoje saem pedindo indenizações alegando terem sido perseguidos naquela época, é coisa das mais fáceis. E lamentáveis.

Ao Exército, à Aeronáutica e à Marinha não interessa entrar num debate inútil e sem sentido, onde os que pedem indenizações, em boa parte das vezes apenas dizem terem sido perseguidos, citam nomes que não se sabe de quem são ou se existiram. Mesmo que tenham sido presos e bem tratados, hoje fica fácil alegar maus tratos, falar de nomes que ninguém conhece, de coisas que ninguém sabe se aconteceu e entrar com um pedido para essa Comissão da Anistia, que se porta mais como fundo de investimentos do que como movimento político.

Ali, quem tiver papéis mais valorizados, tem liquidez garantida. Exemplos? Carlos Heitor Cony, 1 milhão de reais de indenização, jornalista e defensor da Comissão ( com uma comissão dessas, pudera ), Ziraldo, chargista e pensionista, também com valor semelhante, nem tapa na orelha levou. E temos os outros, como a família de Manuel Fiel Filho, operário, que morto num quartel, recebe hoje apenas 600 reais por mês.

A verdadeira indústria de indenizações tem levado a uma revolta crescente dos militares. Porque é que o judiciário saiu de fininho no caso do Coronel Ustra? Saiu porque ia ser desmoralizado quando tropas do Exército dessem um basta definitivo a qualquer condenação que dele viesse.

Quem é xerife, saca a arma, quem não é sai correndo. Geralmente atrás de indenização, nos dias em que vivemos.

Landel
http://vellker.blog.terra.com.br

Sargento Brasil (Policial Militar 01/05/2008 - 13:08

Por fim, deixo uma pergunta. Alguem duvida que as torturas, os assaltos à bancos, carros transportadores de vlores, delegacias, quartéis, etc. etc. daquela época, foram a chave que abriu e escancarou a porta para violência?
É só verificar os ataques e homicídios contra policiais, guardas de presidios, quartéis de bombmeiros, etc cometidos hoje (A T U A L M E N T E)
comandados por delinquentes PRESOS cujo controle foge às "forças" das instituições. A covardia ainda existe, infelismente e muito pior.

Sargento Brasil (Policial Militar 01/05/2008 - 12:40

Vale dizer que eu nunca fui a favor daquela situação, pois, sou brasileiro e jamais admiti em minha concepção meu povo degladiar-se com mortes em qualquer hipotese.

Sargento Brasil (Policial Militar 01/05/2008 - 12:36

Voltei para esclarecer: Para quem pensa que a violencia, tortura etc. foi praticada somente por policiais e militares, está enganado. O lado contrário ao regime também praticou, basta lembrar que ocupando tres ou quatro carros, com cinco pessoas em cada um, fortemente armados, enquadravam dois policiais en viaturas, subtraiam os aparelhos de comunicação e aramamento e depois os amarravam e colocavam novamente no interior do veículo (RP), e simplesmente ateavam fogo, um homicídio altamente qualificado. Se houveram covardes, foi de ambos os lados, principalmente aqueles que deixaram seus subalternos em luta e deixaram o país.

Sargento Brasil (Policial Militar 01/05/2008 - 12:27

È...as situações oriundas da época do governo militar, não só a do coronel, está confusa. Vejamos: Aqueles que estavam contra o regime e praticaram assaltos,(roubos) tipificados como crime no CPB mesmo na épóca, foram punidos ou foram anistiados? Claro que a anistia foi sem restrições. (irrestrita). Porém, os anistiados que eram contra o regime, hoje estão sendo contemplados com benefício de renda mensal. Mas, se a anistia foi sem restrições, por que os que serviram do lado contrário, (policiais civis e militares)não tiveram o mesmo direito?
No meu entender, tem muita coisa à ser acertada ainda.

caio (Outro 01/05/2008 - 11:33

Necessário a punição aos covardes, muito pior para os da farda ou engravatados, protegidos por leis especiais sobre o manto do FORO PRIVILIEGIADO. enquanto estamos discutindo o passado estão arrombando nosso presente e futuro.

Existem diversos modos de torturar:
Um deles esse conhecido do tempo da tal “ditadura”, que possivelmente tem muita gente que mamou naquele período, e hoje critica o passado e mama no atual, portanto muito lobo com pele de cordeiro, que não é ocaso.
Outro deles o Projeto de Lei 1.987/07, do deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), extremamente liberal, do tempo do onça, uma vergonha, como se a mentalidade escravagista do Brasil não existisse, , é problema cultural. Caminho estranho, principalmente pq, num período governado por um Cidadão Operário, que sabe como reagem os patrões ao se flexibilizar a CLT.

Ricardo (Auditor Fiscal 01/05/2008 - 09:40

Torturadores submetidos a constrangimento público...
A memória de (certos) brasileiros é curta mesmo, não é?

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