Total: 36 Comentários

ABI e ANJ condenam assédio judicial da Igreja Universal

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Bira (Industrial 01/03/2008 - 13:22

Dá medo essa escalada no poder de certos grupos, ainda mais unidos a turma do quanto pior melhor.

Mauro (Professor 26/02/2008 - 17:37

Ok, my dear friend.

Então daqui para frente eu te chamo de "gringo" e você me chama de "autóctone".

Abraços.

Richard Smith (Consultor 26/02/2008 - 09:45


Meu caro amigo Mauro:

É simples: se o amigo insiste em me chamar de "gringo", apenas pelo meu nome, é claro que então deve ser autóctone, ou seja, um "não-gringo".

E depois esclareço: embora descendente de irlandeses, coisa da qual muito me orgulho, sou brasileiro, brasileiríssimo, paulista e paulistano e tenho como únicas heranças, um amor muito grande pela Verdade e pelo meu país e muita vergonha na cara.

Um abraço.

acs (Advogado Assalariado 23/02/2008 - 08:07

alguem tem que impedir que os fieis,isto é,inocentes uteis,no mais das vezes analfabetos funcionais,fragilizados emocionalmente sejam espoliados por estelionatarios sob o manto da liberdade religiosa.
na pratica o estado ta dando carta branca pra edir cometer um estelionato coletivo e as pequenas igrejas grandes negocios nos fazem mais republiqueta das bananas.pq só são presos bispos nos eua?respondam as otoridades!

Mauro (Professor 22/02/2008 - 17:23

Richard, só não entendi porque me chamou de autóctone. Sei o que significa a palavras, mas não captei a correlação com a minha humilde pessoa.
E quanto a Celso de Melo, a minha questão não é em relação ao que ele disse, mas sim, à forma óbvia como a Folha utilizou as palavras dele. Todos nós merecemos que a imprensa brasileira seja de muito melhor qualidade.

Abraços.

PEREIRA (Contabilista 22/02/2008 - 15:58

Não tenho nada contra os fiéis da Igreja Universal, só tenho pena de quanto eles são extorquidos em nome do dízimo.
Quantos dão toda suas economias em nome salvação depois de levarem uma lavagem cerebral daquelas!
Quanto a matéria jornalística não vejo nada de insigne para a referida igreja está insuflando os fiéis a entrar com ações por danos morais. Não será que as dificuldades financeiras deles e a falta de bom senso não está levando a essa tempestade de ações inócuas! Bom mesmo seria muitas orações para conter a avidez por dinheiro dos gestores da Universal.

Richard Smith (Consultor 21/02/2008 - 01:18


Meu caro Mauro autóctone:

Em primeiro lugar já te disse: PARE DE CHORAMINGAR que para você eu dou um desconto nos meus honorários!

Depois, será que você não percebeu que Celso de Mello utilizou-se de uma figura retórica para ressaltar a importância da liberdade de imprensa? Primal para a defesa e conservação de todas as demais?

Mas parece que o meu caro amigo, como bom PeTralha, não deve concordar muito com isso, não? posto que veio, em outro comentário, tecer loas ao cabuloso e famigerado CNJ - COnselho Nacional de Jornalismo, idealizado pelos "libertários" e "honestos" ora no poder, para impor o "pensamento oficial" às redações (mais!) e coibir os "excessos" (de informação incomoda, evidentemente).

Por últimos: não sou jurista e nem jurisconsulto mas modesto consultor de empresas e de escritórios de advocacia e tenho OJERIZA à Folha de São Paulo e às suas "folhices", mas não posso deixar de dar razão a quem tem.

Um forte e sacudido abraço a você, amigo.

Richard Smith (Consultor 21/02/2008 - 01:07

Não, amigo Júnior, seria (note o condicional) absurdo e ignorante apenas.

Explico: facção se aplica a dissidentes dentro de um grupo social (não-religioso) ou político. Como foi o caso dos grupos de esquerda na década de 60 e 70.

Em religião se diz SEITA, que advém do latim "sectare" (dividir, separar).

Assim, da "Reforma" de lutero, e da sua doutrina do "livre-exame" das Escrituras sagradas advieram inúmeras "secções" que resultaram no verdeiro caos que hoje existe pelo mundo, com mais de 33.000 (trinta e três mil!) denominações diferentes, (isso pelo menos até o ano de 2.000 quando foi feito este "censo"). Umas que pregam o batismo de crianças, outras só de adultos e outras ainda negam a necessidade do mesmo, isso para falarmos apenas de uma das características teológicas existentes entre elas.

E a tal IURD é apenas mais uma entre milhares de outras denominações de orígem pentescostal.

Constituindo-se assim, a rigor, "seitas" (= separações) da herética doutrina luterana que principiou-se como pretendendo ser um movimento de "reforma" do Catolicismo.

O mais engraçado é que lutero voltou-se raivosamente contra a autoridade Papal de interpretar e confirmar as Escrituras, mas cada protestante se acredita imediatamente iluminado pelo Espírito Santo ao abrir a Bíblia.

Ou seja: milhões e milhões de papas andando por aí, cada um com a sua interpretação da Palavra!

Não poderia dar em outra coisa.

Um abraço a você.

Junior (Outros 20/02/2008 - 21:26

IMAGINEM ESTA NOTÍCIA: uma facção católica passou em minha rua fazendo uma procissão, tudo indica que a liderança católica "esquente" seu dinheiro em paraisos fiscais.
Será que no texto acima não há nenhum desrespeito para com a comunidade católica???? Acho muita falta de respeito uma jornalista usar certas expressões e indiretas simplesmente em cima de uma opinião pessoal dela. Torço para que tanto a jornalista quanto os jornais percam as ações, pois só assim vão tratar o povo brasileiro com respeito, indiferente de raça, situação econômica e religião.
A IGREJA É FORMADA PELO POVO, PORTANTO QUE ESTE PROCURE SEUS DIREITOS SIM!

Radar (Bacharel 20/02/2008 - 17:53

A imprensa está provando do próprio veneno. Vai ter que se enquadrar, como todo mundo.

Quanto aos ministros do STF, eu sei o que querem dizer quando defendem a liberdade de imprensa como valor "quase" absoluto....

Significa que a imprensa pode detonar a vida de qualquer um, desde que não se trate de JUIZ. Imaginem a Folha mencionando uma certa "facção" de juízes, em primeira página...

Porque aí o absoluto fica relativo; a condenação é certa, e a indenização é cavalar, com direito a tutela antecipada e tudo. E é por isso que a imprensa pisa em ovos quando se trata de magistrados.

Quanto aos pobres mortais, que não dispõem de uma caneta ferradora nas mãos, esses estão entregues às feras midiáticas. Ninguém defende sua dignidade como direito constitucional.

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