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isso quando a receita te chama duas vezes, voce comprova renda, não teve aumento de patrimonio, mas mesmo assim eles afirmam existir algo...imagina se não estão quebrando sigilo fiscal e procurando pelo em ovo..mas não o fazem com a classe politica por exemplo, traficantes, e toda sorte de bandido.
Parabenizo à Dra. Maria Leonor Leite Vieira pelo artigo e entrevista. Quanto ao governo tupiniquim, ele tem que bisbilhotar menos, deixar de presumir a culpa dos empreendendores, e devolver mais em políticas públicas à sociedade. Chega dessa fúria arrecadatória para sustenar a própria máquina estatal, burocrática e ineficiente, que alguns aqui defendem em causa própria.
A investigação das contas bancárias dos contribuintes com movimentações suspeitas é uma prática normal nos Estados Unidos. Aqui, essa cultura tupiniquim, vê isso com maus olhos. Quando alguém sonega impostos, a sociedade é que acaba pagando o valor sonegado.
A Dra. Maria disse que a atuação bisbilhoteira do Fisco seria ilegal. Todavia, está prevista em lei sim! Só olhar a LC 105/2001 e o Decreto 4489/2002. Esses normativos dão amplos poderes ao Fisco.
Poxa vida tudo isso é falar do lobo tomando conta do cordeiro. A máquina arrecadadora depende dos impostos indecentes para funcionar ,logo é uma questao de sobrevivência, como desejar que o lobo abra mao de sua refeicao, aposentadoria polpuda, enfim a máquina precida do dinheiro dos que trabalham para viver bem....
A Dra. maria Leonor esqueceu de dizer que da montanha de execuções fiscais ajuizadas, grande parte já foi paga pelo contribuinte antes mesmo do ajuizamento.
A Receita não se comunica com a PFN e aí, o contribuinte é quem paga duplamente pois além de já ter pago a dívida, tem de pagar advogado para embargar a execução indevida.
Ficam então dizendo que a Justiça é lenta e está abarrotada de processos, etc. mas, a culpa é deles mesmos.
Mas é o direito deles. Viva a sua lucidez, Dra., mas nao podemos jamais cercear o sagrado direito às peeoas dizerem tolices, expressadas por quem a criticou nesta página. Essas pessoas, quando recebem luzes, sao as primeiras a se converter à fé da inteligência.
Só mais uma coisa. Como tem gente dizendo besteira hein?
Acrescento a tudo o que foi lucidamente dito com a transparente, sincera e equilibrada exposiçao da entrevistada, que a Receita Federal tem abusado do expediente do processo administrativo virtual, i é, aquele que nao existe. Uma empresa com sua ficha absolutamente limpa, negativada em todas as certidoes, FGTS, CND, TRABALHISTA, CIVEIS E CRIMINAIS, se nao estiver operando, terá seguramente executivos fiscais oriundos de Dívida Ativa em que esses processos administrativos em que se deveriam embasar sao inexistentes se arrastando, por ausência absoluta de ativos para dar inicio à execuçao, com a série de pre executividades que só sao opostas quando, por acaso, se esbarra numa pesquisa com eles. A Receita Federal, na prática, já condena sem processo inscrevendo a dívida sem qualquer processo constituido, só um número que a CDA é obrigada a ter num faz de conta para inglês ver. Essas empresas, mercê dessas açoes infundadas, jamais podem encerrar as suas atividades ficandos seus CNPJs indefinidamente ativos e engordando as estatisticas de uma atividade econômica inexistente.
Obrigado Dra. Leonor pela brilhante entrevista.
Não entendi o título do artigo. O planejamento tributário é benéfico tanto ao contribuinte como para a Receita. Não posso acreditar que a Receita veja no planejamento tributário uma forma de sonegação fiscal. Pensar desta forma chega-se às raias da ignorância. Não gostei da entrevista.
