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Estamos em um pais do QI, quem indicou.
Cultura das vestes e do patrimônio, se esta bem vestido é bem tradado, se possui casa, carro, um bom emprego, é respeitado.
IMPARCILAIDADE, principio fundamental para garantir direitos, não existe, em todos os ramos.
Esse principio os medicos deveriam conhecer, no caso de erro medico.
Tenho um caso de erro médico na familia, dois anos de esprera para a conclusão de uma sindicância, no CRM, tres mil paginas, para não dizer nada, em nenhum momento a sindicância explica o caso que levou a paciente ao estado de coma, pelo contrário, diz que a conduta dos médicos esta dento dos procedimentos éticos.
Como que está nossos doutores em nossa aréa de medicina, cada vez mais em decadência, perdendo o merito, comprando seus diplomas está certo que errar é humano mas tanto assim, é muita falta de competência, sera que ela fora julgada com todo discernimento e bom senso, pois deixo minhas dúvidas que só o curso de medicina é que andam comprando diplomas, penso que hoje maioria dos profissionais estão se preocupando em combinar seu sapato com a calça do que fazer o trabalho com toda competência que devia.///
Já é hora de mudar a maneira como os magistrados são avaliados nos concursos. DECORRANDO LEIS. É preciso mais que isto...
a mãe...
Depois de uma condenação pífia desta só me resta perguntar:
E se fosse as mãe do juiz Maurício Pinto Ferreira, titular da 7ª Vara Cível da cidade que tivesse tido o pulmão perfurado, será que ele condenaria a este valor ridículo?????
Carlos Rodrigues
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