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Dr. Vladimir PAssos de Freitas,
como servidor público, achei muito interessante a parte do artigo em que o senhor aborda a importância das associações de juízes lutarem por uma remuneração digna não só para os magistrados, mas também para os servidores.
Os servidores possuem grande importância no auxílio dos juízes e, sem uma remuneração compatível com a relevância mencionada, certamente não realizará seu trabalho a contento, o que ao final acabará também prejudicando a qualidade do serviço dos juízes.
Gostaria então de parabenizá-lo pelo excelente artigo.
É um alento sabermos que juízes, no Brasil e em diversos países, estão utilizando sua cultura jurídica, inteligência e sabedoria em prol de programas voltados ao auxílio dos que vivem em condições adversas e que necessitam de apoio.
Estes juízes fazem algo a mais além de julgar as milhares de causas que lhes chegam nos tribunais: eles distribuem Justiça. Por intermédio de associações, juntos, participam de projetos de interesse público.
É isso que o Dr. Vladimir mostra neste artigo, ao se referir, por exemplo, às organizações engajadas na Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo; na Campanha de Prevenção às Drogas; e no Projeto Paternidade Responsável.
Evidencia, também, outros trabalhos de grande relevância como auxílio às vítimas do terremoto que abalou o Peru, por intermédio de doações de roupas, calçados e agasalhos; e o fornecimento de remédios a comunidades de baixa renda.
Esta outra cara da magistratura, no Brasil, não é divulgada. Portanto, o grande público a desconhece. Penso que esse perfil deve ser levado a mídia imprensa e eletrônica pois o povo brasileiro deve conhecer todos os ângulos do Poder Judiciário. O comum é ouvirmos, de norte a sul deste, imenso, País, que a Justiça é lenta. E só.
Aproveitarei este espaço, então, para sugerir que as associações abram canais, junto à mídia, para veiculação de projetos de grande relevância como a Campanha de Prevenção às Drogas. Sem dúvida, a construção de uma melhor imagem da Justiça passa por aí.
Seria o caso de se pensar em fazer um clipping eletrônico contendo as principais notícias dos informativos das diversas organizações, respeitando a atuação de cada uma e com total isenção?
Parabéns, Dr. Vladimir, por apresentar a todos esta face da magistratura.
Tatiana Montezuma
Jornalista e bacharel em Direito
Analista Judiciário do TRF da 1ª Região
Prezado Doutor Vladimir
O texto aborda com muita propriedade o funcionamento em diversos níveis das associações. As finalidades apontadas são imprencindíveis para o êxito das políticas associativas.
A título de sugestão para um próximo artigo vejo que e importante escalonar ou dividir as finalidades entre os diversos níveis de associação (local, estadual, regional, nacional, mundial) com a finalidade de coordenar os trabalhos desenvolvidos por todas. Concordo com o comentário acima do Michel, quanto ao papel fundamental da democratização do Poder Judiciário, do acesso a justiça e da administração da justiça. Acrescento, ainda, a necessidade das associações também participarem do processo de formação dos magistrados. Acredito também que as associações tem a missão de promover a cultura, a integração e o lazer para os seus associados.
Antônio César Bochenek, Juiz Federal e doutorando em direito justiça e cidadania na universidade de Coimbra/PT.
O Exmo. Senhor Desembargador Vladimir Passos de Freitas esqueceu uma importantíssima finalidade: promover a luta pela democratização interna do Poder Judiciário, onde os juízes de primeiro grau possam participar da escolha dos dirigentes dos tribunais. E viva a democracia, sem preconceitos !!!
