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Tomei a liberdade de copiar e colar o infeliz comentário abaixo, carregado de preconceito e sem a mínima reflexão. Triste comentário:
"A sociedade não pode tutelar tais imoralidades e se desviar completamente dos seus fundamentos por conveniências das mais banais de uma minoria barulhenta. É um acinte, um verdadeiro tapa na cara do cidadão e uma ofensa aos costumes da esmagadora maioria da população, que o Estado continue a permitir que o dinheiro público seja utilizado para capar pessoas infelizes com seu próprio "eu"."
Parabéns....UM POUCO DE BOM SENSO é essencial - a realidade brasileira, de nossos hospitais públicos não é para tanto.
A decisão do Supremo é correta, embora não propriamente elogiável, e digo isso porque ela ainda permite que essas mutilações absurdas sejam praticadas com o ônus de toda população, pois, conforme a notícia dá conta, os pedidos de cirurgia serão analisados caso a caso. Assim, a decisão ainda permite que o Estado continue a trabalhar contra a vida humana, violando sua dignidade e financiando tais violações, contrariando não somente a ordem natural, como um claro dispositivo da lei civil que considera os membros humanos indisponíveis:
"Ar. 13. Salvo por exigência médica, é defeso o ato de disposição do próprio corpo, quando importar diminuição permanente da integridade física, ou contrariar os bons costumes."
Assim, a decisão continua a permitir que o dinheiro público financie mutilações motivadas por caprichos de ordem sexual, em indivíduos desordenados psiquicamente, e insatisfeitos com seu próprio sexo, ou seja, o seu próprio "eu". O sexo é uma qualidade imutável e por isso não se escolhe. A sociedade não pode tutelar tais imoralidades e se desviar completamente dos seus fundamentos por conveniências das mais banais de uma minoria barulhenta. É um acinte, um verdadeiro tapa na cara do cidadão e uma ofensa aos costumes da esmagadora maioria da população, que o Estado continue a permitir que o dinheiro público seja utilizado para capar pessoas infelizes com seu próprio "eu".
Grave lesão à ordem pública é o gerenciamento das verbas do próprio SUS que é uma vergonha.
Em procedimentos de cirurgia de aneurisma cerebral, por exemplo, que são de extremíssima necessidade, as verbas do SUS, em certos hospitais do país não são suficientes e geram atitudes estranhas por parte de alguns médicos. É bom estarmos atentos...principalmente as autoridades competentes!
O orçamento da União, com as despesas de custeio e outras já carimbadas pela CF, dá uma margem de liberdade de atuação a seus gestores entre 8 a 9%. Tais investidas como esta noticiada e outras tantas do MPF quebrariam o país, não fosse o bom senso dos Tribunais, que têm acatado os recursos da Advocacia-Geral da União.
É chegada a hora do MPF conciliar o mundo do dever ser com o da realidade brasileira. Ou será que devemos dar o orçamento pra eles administrarem?
O Ministra está correta ! ! !
O dinheiro do povo deve ser aplicado em Saúde Pública e não em "estéticas" de "transviados" ! ! !
