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Tem que haver maior rigorismo da parte do MEC.
É uma vergonha o que algumas faculdades de Direito fazem, importando-se muito mais com o dinheiro do que em passar aos alunos o mínimo necessário para o aprendizado.
Se o MEC esmorecer, estará praticando um crime contra o ensino do Direito, e com as gerações que nos seguem temporalmente, e que deverão constituir a base de nossa futura cultura jurídica.
A sociedade deverá dar todo apoio ao MEC nessa missão. Idem a OAB e todas as demais entidades que de alguma forma estão ligadas às letras jurídicas ou dependem da boa formação de seus quartéis.
Vamso prestigiar o MEC, pois nessa ele está certo, nada obstante tenha aprovado muitas dessas faculdades que tiveram parecer desfavorável da OAB.
É um problema se levar apenas pelo exame da ordem uma vez que muitos não pretendem ser advogados.
Concordo que haja cruzamento de dados para uma melhor informação e alguma atitude do MEC, ainda que tardia de encerrar alguns cursos de direito.
Quem me dera em minha cidade fechassem 2 de 4 instituições (e aqui na curva do rio só tem 300 mil habitantes...) que apenas treinam para passar no exame sem se preocupar com a boa formação do acadêmico.
Uma outra solução, não querendo desmerecer os militantes da advocacia, acredito que seria o ideal, além da avaliação do bacharel, a avaliação do profissional, porém acredito que isso seria mecher em vespeiro.
Nenhum aluno se importa com as provas do MEC. Os estudantes não estudam e muitos entregam em branco ou marcam qualquer coisa pra não perder a rodada do campeonato brasileiro. Por outro lado, todo mundo se esforça na prova da OAB.
PARABÉNS AO DR. Waldemar Cláudio de Carvalho!
As escolas superiores particulares têm que aprender a se submeter às auditorias do MEC, que demorou, mas resolveu levar a sério o seu papel frente a essas verdadeiras indústrias de bacharéis.
Tem que se abrir esse "pacto de mediocridade"
