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"Os vivos invejarão os mortos".
Cada um com seu ponto de vista, né doutor. A Comunicação Social no Brasil tem grande parcela de culpa e ainda não se apercebeu que estamos vivendo uma terrivel DITATURA DO PODER JUDICIÁRIO, muito pior que a dos militares, pois, se intromete em tudo e prendem jornalistas para que o país não seja passado a limpo. Um poder nefasto e muito fedorento, e sem representatividade. Dá medo e náuseas ao mesmo tempo.
Conheço vítimas deste "Poder" nauseabundo por erro e também conheço vítimas que foram e são perseguidas por esses semi-deuses do deserto.
Os outros dois "poderes" a imprensa mostra tudo, mas quando esbarra no JUDICIÁRIO, os colegas da imprensa se "cagam" de medo, ou então ficam presos como eu fiquei 20 meses sem dever absolutamente nada a ninguém,afirme-se, na Face da Terra, e por conta dessa canalhice os Ministros do STJ consideram minha prisão totalmente ilegal e configurado CONSTRANGIMENTO ILEGAL.
Basta dar vistas no Habeas Corpus nº 65.678/SP do STJ, e outros HCs nº 69.196/SP e 69.201/SP - tds do STJ. Querem mais!?
Quando a nossa imprensa vai acordar e mostrar o imperialismo deste nefasto PODER JUDICIÁRIO DITADOR?
O "Poder Judiciário é um lixo, principalmente o paulista", muito pior que os tempos da "Santa Inquisição" onde a Igreja Catolica sacrificava vidas não somente nas masmorras como também ceifavam vidas.
O JUDICIÁRIO PAULISTA cometeu contra minha pessoa verdadeiro "latrocínio", fiquei preso ilegalmente 20 meses conforme se constatam nos aludidos HCs, e mais um, anotem: Habeas Corpus nº 88428/SP do STF. Querem mais.
Fiquei preso porque jornalisticamente noticiei uma "quadrilha dos doutores" com horrendos crimes ambientais no miserável Vale do Ribeira, veja site: www.madevar
Opino não como advogado, mas leigo e integrante da Pastoral Carcerária de Fpolis-SC. onde temos um programa de rádio, enfocando a segurança pública (falta dela) e o papel do judiciário,(servidor publico),MP,idem, defensores do direito (advogados) e da imprensa. Tenho a impressão que esta tríplice aliança, smj e bastante omissa e parcial na defesa dos direitos, a ponto de afirmamos que a lei e a justiça tem tratamento diferenciado quando se trata de pobres e de ricos (os que podem contratar um bom advogado).Resultado desta crença. Não acreditamos mais em ninguém e ficamos passivos, sem vibração e sem cobrança. Quando muito criticamos os políticos onde há unânimidade quanto ao seus reais valores.Penso que o artigo é muito oportuno, não podemos perder a esperança em dias melhores para todos, mais justiça e comprometimento seja ele em qual área o profissional atuar. Diferença entre o profissional e o amador. O amador vê como faz e realiza. O profissional faz depois vê como foi que ficou.Clesio de Luca
O grande - e genial - colega Toron já disse o que precisava ser dito e, como sempre, com o seu conhecido brilhantismo.
Junto-me a ele nas homenagens ao jornalista Frederico Vasconcelos, autor do artigo. A análise é sensata e equilibrada, ainda que se discorde dela, como o fez o Toron.
Destaco a parte do artigo que chama atenção para o fato de que "A imprensa ainda não se conscientizou de que os juízes são servidores públicos, sujeitos a prestar contas de seus atos." Nem a imprensa, nem a advocacia e nem os próprios juízes têm consciência dessa relação do juiz como servidor público em contraposição ao jurisdicionado como contribuinte e destinatário dos serviços estatais.
Parabéns ao Jornalista e ao Dr. Alberto Zacharias Toron.
PAULO HENRIQUE MARTINS DE OLIVEIRA
ADVOGADO - OAB/SP-78.747
Coordenador da Comissão de Direitos e Prerrogativas da OAB/SP
A leitura do texto equilibrado e esclarecedor do jornalista Frederico Vasconcelos foi um excelente presente neste domingo para nós advogados. Podemos discordar aqui e ali do artigo, especialemente no que concerne à questão dos recursos interpostos por bons advogados que prolongam as causas "dos ricos". Melhor seria que todos tivessem advogados minimamente preparados para utilizar em prol do seu constituinte todos os recursos possíveis na busca do justo e, mais importante, que o Judiciário os julgasse em prazo razoável de modo a afastar eventual impunidade. Em outras palavras, é inadmissível que diga que o rico é favorecido por conta da aptidão de seu advogado, quando o correto é que o Judiciário fosse criticado pela demora nos julgamentos e o Executivo pela deficiente estruturação da Defensoria Pública que atua em favor dos pobres.
O ponto, porém, é que a matéria como um todo põe a nú as deficiências de parte a parte e nos convida ao diálogo para o aprimoramento das nossas instituições.
Em resumo, o texto, discordâncias à parte, é um brinde à cidadania. Parabéns ao jornalista Frederico Vasconcelos.
Alberto Zacharias Toron, advogado, secretário-Geral Adjunto do Conselho Federal da OAB e Presidente da Comissão Nacional de Prerrogativas.
