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Não será difícil ouvirmos que o ministro Direito, é membro da "Opus Dei" ... Que "apitou".
Não vejo qualquer inconveniente em manter um crucifixo numa sala de julgamento, já que a sua colocação não importa em obrigação daqueles que ali comparecem em filiar-se à doutrina que o crucifixo possa representar. O compromisso que um ministro do STF assume,quando ingressa naquela Casa, é o de respeitar e fazer cumprir a Constituição e não de julgar segundo os princípios da religião que professa. Assim, o conceito que o Min. Menezes Direito adquiriu, no exercício da função jujdicante não proveio do culto que devota à religião que elegeu e, sim, da independência com que aplica o direito, nos casos que lhe forem submetidos. Qualquer outro questionamento, a este respeito, envolvendo aquele Magistrado mostra-se inócuo, sem nenhum significado, importando, quando muito, no desejo de polemizar.
Não vejo qualquer inconveniente em manter um crucifixo numa sala de julgamento, já que a sua colocação não importa em obrigação daqueles que ali comparecem em filiar-se à doutrina que o crucifixo possa representar. O compromisso que um ministro do STF assume,quando ingressa naquela Casa, é o de respeitar e fazer cumprir a Constituição e não de julgar segundo os princípios da religião que professa. Assim, o conceito que o Min. Menezes Direito adquiriu, no exercício da função jujdicante não proveio do culto que devota à religião que elegeu e, sim, da independência com que aplica o direito, nos casos que lhe forem submetidos. Qualquer outro questionamento, a este respeito, envolvendo aquele Magistrado mostra-se inócuo, sem nenhum significado, importando, quando muito, no desejo de polemizar.
Estado laico quer dizer com direito assegurado de declarar-se ateu, isto é, contra qualquer coisa que se chame Deus. Esse é o interesse do sr. Vidigal em ficar defendendo o sentido laico. Se ele pode afirmar e defender dentro do Poder Judiciário, que não é dele, que Deus não existe, aí está bom e bem aplicado o Estado laico. Para o ateu, qualquer palavra serve para pretexto de impedir falar no nome de Deus. Até macumba serve. Ingrato Ministro. Vive pendurado na misericórdia de Deus, ele e sua família, e pensa que é a força de seus braços e da sua inteleigência que o sustenta. Coitado.
Papa-hóstia, bem falado! Todo fraco é um. Porque tem medo de enfrentar os seus graves problemas, preferindo fazer uso da ignorância daqueles que depositam em um crucifixo a comunicação sobre valores cuja difusão não transmitem por seus próprios atos. O Estado não representa a maioria, mas sim a todos.
Para mim, todo conservador religioso é, em verdade, é um ignorante!
Parabéns ao Nobre Juiz Gaúcho Roberto Lorea por vencer tal estado de estupidez.
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Os déspotas e seus terroristas de plantão permanecem como sempre, fazendo, antes do extermínio físico e moral de sus vítimas, a discriminação por religião.
O juiz contra a Cruz do Nazareno é, a toda evidência, um deles, porque não tem sescrúpulo em defender o indefensável, ou seja o banimento de um ícone da vitimação pelo poder nefando dos que usaram da pseudo justiça de Roma escravagista e dominadora do mundo para crucificar seus contraditores.
Certamente esse juiz pensa como pensavam e pensam os césares, com a diferença de hoje não suportarem que se lhes ponha no rosto o fruto e imagem sensível de seus pensamentos e atos indignos da espécie humana, que dão curso às crucificações dos "cristos redivivos" nas pessoas dos que procuram e jamais encontram justiça de verdade, imparcial e honesta.
O Crucifixo deve, então, ser banido em nome do "Estado Leigo", personificado pela corrupção de idéias materilizadas em ações putrefeitas.
Pela Exaltação da Santa Cruz e pela Nossa Senhora das Dores!!! (sabiam, meus amigos devotos que estas são as duas efemêrides principal de hoje e amanhã?)
Como é possível que nesta época ainda se discutam tamanhos assuntos?, que uma coluna profissional como esta publique tamanha matéria? Depois, gente, não se queixem de que o país não dá certo. E se adoptarmos um símbolo para cada fé? Dado o sincretismo que existe no Brasil (graças a Deus!), os tribunais deveriam ter um painel com algumas centenas de símbolos (cruzes, estrelas de Davi, crescentes, mandalas, etc.) Aliás, o direito devia combinar-se com a fé. Que tal um direito misto, um pouco cristão, um pouco islâmico? Por exemplo, apedrejar os adúlteros e cortar um braço dos ladrões como na Líbia.
É... como podem pessoas serem tão ignorantes a ponto de não reconhecerem que o crucifixo não é senão um símbolo do Homem-Deus que fez que com que todo o curso da história tomasse outro rumo.
Talves a conciência de alguns esteje pesando ao verem a imagem de um Homem que lembra a misericórdia e que representa ali as consequências da injustiça.
Que tema "relevante" para debate! Certamente as considerações do articulista, do ministro e do magistrado acerca de colocar ou não o crucifixo nas salas da Justiça, são de grande interesse para a Nação. Afinal não temos muito assunto para virar notícia aqui no Brasil, de sorte que magistrados e jornalistas podem se dedicar a longos e acirrados debates acerca da laicidade do Estado.
