www.conjur.com.br
Caro redator.
SURUBA É BAGUNÇA AGLOMERADO DESORDENADO...
Compreendo sua preocupação, mas não tem nada do que possa ser ofensivo neste artigo. O que você estranha é que tem o artigo a dimensão e a força resposta do ataque que impetram contra nos, cidadãos ordeiros, trabalhadores, pais de família e preocupados com a desordem social que se alastra e corrompe os bons costumes da ética da moral, etc.
Copular no gabinete, com pessoa fora do casamento, é bem pior e desrespeitoso do que roubar a nação materialmente, trair sua esposa e leva-la ao plenário para participar da sua escrotidão social e desrespeito aos princípios básicos as leis de Deus e dos homens, é ainda mais asqueroso e nojento, do que qualquer artigo realista.
Ensinar jovens como se usa Drogas, despertarem na criança e no jovem o interesse e a curiosidade pelas drogas e sexo bizarro, da maneira como é feito em fantasias eróticas aos borbotões e com gestos e trejeitos que agridem a quem assiste é também mais agressivo que qualquer artigo realista.
O que na verdade não gosto, não é a opção Gay e ou Concubina, só que acho que tais opções devem manter-se na medida do possível reservadas, NÃO ENRRUSTIDAS, mas reservadas e dentro de um padrão ético, moral e respeitoso. Apenas isso.
O que virou uma suruba, é que roubam, furta o dinheiro publico e não satisfeitos esculacham o povo com orgias a qualquer tempo e em qualquer lugar.
Abraços.
LPC.
Não seria sinônimo de Exploração de Prestígio, art. 357 do Código Penal?
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/1962/artigo52041-2.htm (Renam/Mônica)
AMEAÇAS
Mônica – Só posso te dizer que toda vez que você entrar no gabinete você vai lembrar que você tem um filho que você fez lá.
Renan – Você é louca!
Mônica – Eu não sou louca. Somos loucos, então. Se tem alguém que é louco somos nós dois.
http://exclusivo.terra.com.br/paradagay2007/interna/0,,OI1675304-EI9099,00.html
Parada Gay tem panfleto orientando uso de cocaína - Terra - Parada ...
Revista Isto é.
AMEAÇAS
Mônica – Só posso te dizer que toda vez que você entrar no gabinete você vai lembrar que você tem um filho que você fez lá.
Renan – Você é louca!
Mônica – Eu não sou louca. Somos loucos, então. Se tem alguém que é louco somos nós dois.
Os comentarios foram extraidos destas materias:
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/1962/artigo52041-2.htm (Renam/Mônica)
http://veja.abril.com.br/130607/p_054.shtml (Renam/Mônica)
http://www.otempo.com.br/impressao/?idMateria=91559 (Renam/Mônica)
Imagina, expressões ofenssivas? Apenas copiei o que fora publicado nos jornais de maior circulação. Se a republica e a Democracia tornou-se um mar de falsidades onde ninguem quer assumir a verdade do que escreve e vê, ta ficando cada vez mais dificil.
Excelente ponto de vista; é bom ver que a cada dia a redação do CONJUR aprimora com distinção a qualidade das entrevistas. Meus sinceros parabéns a todos e principalmente ao entrevistado; por oportuno, faço minhas as palavras dos colegas. É desconfortante se deparar com tamanha deselegância, este fórum é um espaço para discussões sóbrias e não para consignação de tormentosos e inócuos comentários.
Acredito que: Uma exelente esplanação da área lobbysta e como bem disse necessário a regulamentação do lobby em evidência aonde e para quem irá se dirigir, pois como bem explicado nos EUA a direção era o congresso emissor de lei e o Brasil a direção o Judiciário e em se tratando de lobby, vergonha Nacional.
Parabêns doutor acompanho seu ideal.
Quem quer que seja pode, de fato, alertar determinado juiz acerca de algum ponto de um processo, ponto EXISTENTE NOS AUTOS e que não foi dada a devida atenção. Afora isso, como diz o Dr. Tostes, é condenável. O impressionante é que essa prática, a dos embargos auticulares para obter o que não é devido exista. Eis aí o drama da cidadania. Do Brasil. Da credibilidade das instituições. Até quando. Parabéns ao articulista e aos demais "comentadores", exceto a um deles: o chulo.
O Dr. Toste foi inteligente e sensato! Não é porque advoga para o baronato que deve defendê-los de cumprir a lei sem isonomia. Agora, um comentário de cunho chulo nesta revista, devia ser repensado pelo seu autor. E acho também, que esta revista jurídica digital, deveria ter filtros, para que certas palavras, não fossem publicadas! Não é questão de censura, mas de brio e sensatez!
