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Eu não estou vestindo carapuças.Rsrsrs foi o que eu escrevi porque estou feliz, portanto, o texto que leio é sobre mim.
Sr. Dinamarco:
Acredito, sim, que o Sr. esteja se sentindo "FEDIDO"...e como acredito, afinal, motivos não lhe faltam !!! Agora, pode escrever sua respostinha banal, como se isso o tornasse melhor ou pior que alguém. O Sr. tenta "competir" com tudo o que lhe causa inveja. Vai competir sozinho porque, como ja mencionei,não servirei de trampolim.
Quanto a seu peso, nossa...fiquei espantado com seu potencial, mas tenha certeza que seu peso eu aguento sim. O que não dá para aguentar é o que o Sr. mesmo reconhece sentir: SEU CHEIRO FEDIDO ! Não vou alimentar polêmicas estéreis. Minhas manifestações aqui neste site tem outro propósito, divorciado de alimentar investidas destemperadas de quem cria uma nova "figura jurídica", ou seja, a do "INIMPUTÁVEL VIRTUAL". Não é possível assimilar com normalidade que uma pessoa que eu admirava, se preste a gastar seu tempo lendo opiniões para poder criticar seu autor e não a essêmcia da manifestação.
Pode escrever o que desejar QUE NÃO HAVERÁ RESPOSTA.
Muito diferente de alguns que defendem Policiais assasinos e corruptos, preciso trabalhar, estudar e aprender a cada dia e não ficar municiando a INIMPUTABILIDADE VIRTUAL desocupada. Sinto muito, nobre Advogado...não será de meus textos que o Dr. encontrará razões para ocupar seu tempo ocioso.
Eu já sabia. Rsrsrs é a única resposta fiel à origem ! A mente é muito pequena e minha avó já dizia : "mexer com criança deixa a gente molhado ou fedido". Estou fedido.
acdinamarco@adv.oabsp.org.br
rsrsrs...
Dr. Cremonesi : passado o meu momento de perplexidade, diante de sua irada e desmedida reação, indago do Ilustre Colega : qual foi a opinião que emiti e que foi o estopim para sua explosiva e desregrada manifestação ? Apenas perguntei se o Ilustre Colega era sócio do escritório do defensor do Delegado preso e acusado de delitos gravíssimos. Deveria, smj, fazer o que fez o sempre educado, lhano e culto Rossi Vieira, padrão de Advogado : "não sou sócio, infelizmente". Desculpe-me a pretensão pois, querer Colegas educados, lhanos e cultos numa mesma discussão é querer demais. Basta o Rossi.
acdinamarco@adv.oabsp.org.br
A propósito : eu só havia feito uma pergunta !!! Quanto ódio !!! Quanto ressentimento !!! Quanta infelicidade !!!
acdinamarco@adv.oabsp.org.br
Prezado Dr. Cremonesi. É. Estamos numa democracia e as opiniões podem ser dadas e discutidas mas, acima de tudo, respeitadas com educação e finesse, como bem convem a Advogados que se dizem ser. Não há necessidade de ofensas. Quanto ser trampolim não fique preocupado pois, provavelmente, não aguentaria meu peso.
acdinamarco@adv.oabsp.org.br
Advogado OAB-sp. 32673
Prezado Dr. Rossi Vieira,
Quero agradecer suas palavras que calaram fundo em meu coração, embora eu deva registrar que não sou merecedor de tantas gentilezas, o que me envaideceu, principalmente porque vindas do Ilustre Tribuno, cuja vida e história jurídica e pessoal, sempre foram referencial de luta pelas prerrogativas dos Advogados.
Quanto ao questionamento feito pelo Ilustre colega Dinamarco, quero crer que o Nobre Professor deva estar querendo manter contato porque pode estar precisando de algum auxílio, já que a defesa de Policiais acusados da prática de crime não é um privilégio somente meu.
Talvez o tempo tenha feito o Dr. Dinamarco esquecer que, além de estarmos numa democracia, onde podemos expressar livremente nossas opiniões, o estado de Direito prevalece e, por consequência, o chamamento a presunção de inocência continua esculpido na Carta Magna da Nação.
A mesma presunção de inocência aclamada por tantos colegas, como por exemplo, aqueles que tem o costume de defender Policiais Militares corruptos ou assassinos.
Considero lamentável que um respeitado profissional perca seu tempo emitindo opiniões que avançam os limites da democracia e encampam contornos aparentemente pessoais e por razões que desconheço.
Será que essa "oposição ferrenha" desse colega está ligada a alguma de minhas ações quando Secretário Nacional de Direto Econômico do Ministério da Justiça ? Poderia estar ligada a alguma discordância na Escola de Advocacia Criminal da ACRIMESP que tenho orgulho em dirigir ?
Enfim, existem várias hipóteses...mas a que mais nos chama a atenção é o tendencioso encaminhamento das críticas, cujo propósito parece ser mesmo o de fazer da minha vida e da minha história, um trampolim para o renascimento daquele que, frustrado, não tem mais a admiração sequer dos Policiais Militares cuja presunção de inocência tanto reivindicou.
Meu amigo Otávio, eu apenas manifestei uma opinião e um desejo que, reitero,são meus votos ao Dr. Andre.
Quanto ao Dr. Dinamarco, meus respeitos...mas não tenho vocação para trampolim e nem mesmo tempo para suas elucubrações cerebrinas.
Prezado Dr. Rossi Vieira,
Quero agradecer suas palavras que calaram fundo em meu coração, embora eu deva registrar que não sou merecedor de tantas gentilezas, o que me envaideceu, principalmente porque vindas do Ilustre Tribuno, cuja vida e história jurídica e pessoal, sempre foram referencial de luta pelas prerrogativas dos Advogados.
Quanto ao questionamento feito pelo Ilustre colega Dinamarco, quero quer que o Nobre Professor deva estar querendo manter contato porque pode estar precisando de algum auxílio, já que a defesa de Policiais acusados da prática de crime não é um privilégio somente meu.
Talvez o tempo tenha feito o Dr. Dinamarco esquecer que, além de estarmos numa democracia, onde podemos expressar livremente nossas opiniões, o estado de Direito prevalece e, por consequência, o chamamento a presunção de inocência continua esculpido na Carta Magna da Nação.
A mesma presunção de inocência aclamada por tantos colegas, como por exemplo, aqueles que tem o costume de defender Policiais Militares corruptos ou assassinos.
Considero lamentável que um respeitado profissional (pelo menos os Policiais Militares o adoram)perca seu tempo emitindo opiniões que avançam os limites da democracia e encampam contornos aparentemente pessoais e por razões que desconheço.
Será que essa "oposição ferrenha" desse colega está ligada a alguma de minhas ações quando Secretário Nacional de Direto Econômico do Ministério da Justiça ? Poderia estar ligada a alguma discordância na Escola de Advocacia Criminal da ACRIMESP que tenho orgulho em dirigir ?
Enfim, existem várias hipóteses...mas a que mais nos chama a atenção é o tendencioso encaminhamento das críticas, cujo propósito parece ser mesmo o de fazer da minha vida e da minha história, um trampolim para o renascimento daquele que, frustrado, não tem mais a admiração sequer dos Policiais Militares cuja presunção de inocência tanto reivindicou.
Meu amigo Otávio, eu apenas manifestei uma opinião e um desejo que, reitero,são meus votos ao Dr. Andre.
Quanto ao Dr. Dinamarco, meus respeitos...mas não tenho vocação para trampolim e nem mesmo tempo para suas elucubrações cerebrinas.
Meu amigo fraterno e companheiro de ambas as colunas, que erguem a Corte de julgamento das prerrogativas da classe, cultíssimo e admirado professor Dinamarco: o Dr. Cremonesi é bom homem, de alma digna e tem escritório próprio. O Dr. Paulo Cremonesi é comunicador da ALLTV e apresenta um programa interativo (www.alltv.com.br, toda segunda às 20:00 hrs) riquíssimo de cultura jurídica, social, humana, espiritual, política entre outros temas. O Dr. André, delegado acusado de conduta extravagante, era presidente de uma associação de classe bastante respeitável. Defendia a segurança pública nesse Estado. Esse moço merece total respeito dos profissionais do direito. A publicidade em cima de hipótese de fato mancha o bom julgamento. Quiça o SFT, ao final, lhe conceda a liberdade provisória pleiteada. Não há causa justa para permanência na prisão. Faço coro ao Paulinho Cremonesi, e espero que o defensor dessa causa a vença ( e não sou sócio desse moço, infelizmente).
Otávio Augusto Rossi Vieira, 39
advogado criminal em São Paulo
otavioaugustoadv@terra.com.br
Lembrem-se todos, o Estado tem o dever de fazer cumprir a Lei. Se caso o Delegado cometeu alguma ilicitude, que se apure, mas, vingança institucional orquestrada pelo MP é repugnante.
