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Essa presunção de culpa concorrente da vítima é realmente estranha:
"Parece-me improvável que qualquer assediador, nas suas faculdades normais — ainda que o assédio sexual seja uma doença social —, não tenha, primeiramente, tomado pé da situação, ganhando a confiança da assediada, para, após, desferir o golpe fatal. A questão somente se aceleraria se a trabalhadora tivesse contribuído, de alguma forma, para o desfecho inusitado."
Acredito que o TST irá reformar a decisão.
Não sei mais o que é assédio moral.
já fiz algumas pessoas dizerem que e "nas brincadeiras" que existem as verdades, o suposto "chefe" deveria melhorar o ambiente de trabalho ao invès de fazer as tais brincadeirinhas de mal gosto!!!
Se fosse a mulher do magistrado?
Se a testemunha é funcionário e não quer desagradar o chefe para não perder o emprego também?
Para que procurar a justiça se é para ela dizer que foi apenas uma brincadeira de mau gosto?
gostaria de ver esse magistrado sofrendo "brincadeira de mau gosto" e mantendo essa fleuma britânica. vamos parar de brincadeira. a moça deve recorrer ao tst, que aliás, deveria conversar com esse juiz, talvez obrigando-o a reler um pouco a doutrina a respeito.
"Chefe é chefe", jargão bem característico do período ditatorial, bem assim "Manda quem pode, obedece quem tem juízo". Duas molequeiras! Existe muita gente que galga a chefia, sem preparo algum, geralmente com o famoso QI de políticos ou outros despudorados. Conhecemos muitos. Chefete, in casu, não tem nada que brincar com suas subordinadas, a não ser que essas brincadeiras sejam cobertas de boas intenções, saluatares, que até incentivem o labor diuturno, fitando o "relax". Felizmente, não tenho mais chefe, só Deus. Agora, meu algoz é o INSS.