![]() |
www.conjur.com.br
É claro né... nem poderia ser diferente... sem esquema... ninguém passa...
E agora era a hora menos própicia para se fazer esquema... porque o estado de Mato Grosso tá bem queimado com a estória dos sanguessugas.
Basta ler os noticiários.... só dá cuiabá na televisão!!!
Fora a corrupção que de maneira muito sigilosa ocorre em alguns concursos públicos,há de se saber que concurso público só oi feito com uma intenção, reprovar.Desta maneira, o candidato deve saber a "exceção da exceção aplicadas a alguns casos"
A gente nunca vai saber qual a verdade. Precisa-se fazer uma comparação das provas de concursos anteriores para saber a verdade. Deveriam fazer isso, ainda mais qdo acontece algo absurdo como esse.
UÉ... SERÁ QUE DESSA VEZ NÃO TINHA NENHUM PARENTE DE PISTOLÃO NO MEIO ? ? POXA... COITADO DELES... VAMOS EMPURRA-LOS.... AÍ PASSAM E MANDE-NOS CHORAR PRO INTERIOR... APRENDER NA MARRA... OU COMO SE DIZ... CAVALO GROSSO, SE ENSINA NO PAU !
Sou advogado em Mato Grosso.
Sem nenhum estudo prévio, ante a falta de tempo consumido pelo trabalho, fiz o concurso para magistratura, na condição de obter uma experiência. A
certei 50 questões na primeira fase. Nota de corte: 60. Para quem não havia pego nos livros, para mim foi um excelente incentivo.
Agora, em relação à segunda fase, basta acessar o site da Vunesp e olhar as provas que foram aplicadas. Realmente, muito difícil. Creio que muitos magistrados não saberiam respondê-la!
Assim, penso eu, s.m.j, que os concursos estão apresentando provas que não condizem com aquilo que os profissionais irão aplicar na prática, quer como Magistrado, quer como Promotor.
Vejamos os recursos que serão apresentados!
Eu acredito numa máxima: estudar, estudar e estudar. Acima dessa só tem outra: trabalhar, trabalhar e trabalhar.
O resto vem ao natural.
Mas acontece que a sociedade hoje quer cargos públicos pela segurança, não por vocação, é pelo salário, pelo... dinheiro. Então, a grosso modo, quem procura algo para a qual não é vocacionado tende a ser reprovado.
Sem falar que não deixa de ser um reflexo da atual sociedade que existe.
Nosso povo, infelizmente, é mal qualificado, e em todos os níveis sociais.
Essa cantilena (olha a HH aí gente!!) de dizer que o nível dos candidatos está baixa é de uma falsidade total.
Olhe-se o nível das provas de 10 anos atrás: é brincadeira para estagiário. Observa-se que a exigência dos concursos vem subindo vertiginosamente.
Gostaria de saber se um destes doutos Desembargadores pertencentes ao tribunal respectivo, passariam nestas provas.
Sabemos que as faculdades, em sua maioria, são apenas caça níqueis.
Convenhamos que está na moda inventar em sede de concurso público.
Há concurso em que o objetivo secundário pelo menos é reprovar.
Lembro-me de um concurso público para ingresso no Ministério Público de Minas Gerais que haviam 40 vagas e 5.000 inscritos. Pasmem, passaram somente 5. Houve até uma manifestação de membros do próprio MP, dizendo que aquilo era um absurdo.
Conhecido meu que chegou a fase oral deste concurso em MG e não passou, em outro concurso em seguida, só que para o Ministério Público Federal (o mais difícil do país), ele passou em oitavo.
O Conselho Nacional do Ministério Público pretende lançar uma resolução para disciplinar regras de aplicação no concurso.
O Conselho Nacional de Justiça deveria fazer o mesmo.
Como as coisas neste país não andam e ficam só no discurso, ou quando não ficam só no discurso ninguém é punido, veremos ainda muitos casos de abusos, arbítrios e exageros em concursos públicos.
Esse de MT e o de MG não foram os primeiros e não serão os últimos.
Carlos Rodrigues
berodriguess@ig.com.br
Elementar meu caro Omartini! Claro, sem falar nos valores astronômicos dos cursinhos. E mais: preste atenção em alguns sobrenomes de aprovados...
Ora, caro professor, o valor da inscrição é uma merreca, se comparado ao custo dos "cursinhos preparatórios para a Magistratura". Magistrados que conheço, todos frequentaram famosos cursos preparatórios, anos após anos. Exceto, por óbvio, os que ingressaram pelo atalho do "Quinto Constitucional"- aliás, todos competentes magistrados. Isso não explica?