Total: 12 Comentários

Casal homossexual consegue adoção de criança no Rio

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mwsabedoria (Técnico de Informática 20/10/2008 - 22:41

É um ato de carinho é ter adotado uma criança indefesa (fofura).São farizeus e Saduseus todos quanto apóiam tais leis que favorecem homens e mulheres que não aceitam a sua forma de ser e estar. Não da para entender o quanto um individuo que mantem numa calota graniana, uam massa cefalica tão férdida e duentia para estimular um desvirtuado homossesual a se manter homossesual, se eu não decido sair de casa como chegarei a rua ! se eu não estudar como serei auditor fical ? não a realidade do meu sexo, pois assumo que sou o que nasci para ser e ter junto aos pelos pubianos, vivo a realidade dos fatos, e não opto pela indesição cruel.

mwsabedoria (Técnico de Informática 20/10/2008 - 22:23

"Parabéns à justiça, à denfensoria pública e às mães e, sobretudo, parabéns para a criança - que ganhou um futuro", assim comenta este racional, embora eu sou tambem, não daria os parabens a um juri cuja mentalidade varia entre o ser e o ter, (futuro) você comenta, uma criança que vera o(A) seu(sua) amiquinho(A), conversando sobre namoro hetero, confundida com outra realidade dentro de seu lar, justo para nós seria, homens e mulheres na mesma condição dos JAPONESES, com dois filhos no maximo, meu caro >Rodeildo Clemente de Azevedo Lima< Você nasceu de uma gestação masculina? ou de uma carapaça visoza esbranquisada? nisso não implico religião mas a racionalidade que te dertuba.

Rodeildo Clemente de Azevedo Lima (Estudante de Direito 11/07/2006 - 22:55

Parabéns à justiça, à denfensoria pública e às mães e, sobretudo, parabéns para a criança - que ganhou um futuro.
Fico pensando como a hipocrisia religiosa e os ilusionistas de um direito arcaico e engessado por dogmas medievais conseguem criticar algo tão louvável como o amparo jurisdicional dado a um menor que se encontrava em situação deplorável. Antinatural não é um casal de pessoas horandas que se amam adotarem uma criança, antinatural é uma mãe biológica abandonar essa criança: amar é sempre o mais maravilhoso dos sentimentos. Amar sempre constrói. Amar nunca destrói, ódio e preconceito,sim,destroem nossa humanidade.
Somos seres culturais, e esses mesmos ilusionistas do direito ainda conseguem vir falar em "normalidade familiar", "em extinção da humanidade pela ameaça homossexual" ou em "leis naturais e eternas".
Homossexualidade é normal. Existem mamíferos, reptéis, aves e humanos homossexuais porque é normal,é natural, sempre existiram e sempre existirão.
E, caso, 1/4 da população mundial fosse constituída de homossexuais, talvez não tivessémos tantas crianças nas ruas.
Sim, como a criança vai crescer? Qual a opção sexual que ela terá? Como a sociedade vai tratá-la?
Rogo à Deus que as gerações futuras sejam mais tolerantes, íntegras, menos hipócritas. Rogo ainda, que essa criança cresça em uma república laica que respeite suas decisões quanto à sexualidade ou qualquer outros caracteres de sua personalidade.
Mas, sobretudo, agradeço à Deus, porque, agora, graça a esse casal de lésbicas, essa criança vai poder- simplesmente- crescer!Aplausos para elas! E para justiça também.

Alexandre Araujo Cavalcanti (Civil 06/07/2006 - 10:04

Observo neste país de norte a sul um contingente incontável de crianças relegadas à própria sorte, CONTUDO, acompanhadas de seus pais, PAI/MÃE, MACHO/FÊMEA, HOMEM/MULHER, cujas características estão perfeitamente enquadradas no que se entende por "miseráveis". Número expressivo que serve de objeto de exploração política, de meio para que sejam angariados fundos e fundos de ONG.s, de Igrejas , e demais afins, e de uma legislação, que não merece comentários. E ninguém aparece para discutir a sexualidade do miserável! Este assunto para a sociedade é tão importante quanto a utilização do galho seco na harmonia sexual do macaco prego!!!
O que tem que ser visto, na realidade, sem nenhum tipo de vínculo, é tão simplesmente o fato de que uma criança passa a ter um lar. Simplesmente um lar. E neste, pessoas sérias vão cuidar de seu dia a dia, transmitir carinho, educação, e principalmente, muita paciência para viver em um país cujos adultos de certa forma são tão promíscuos em suas elucubrações, que se dão ao luxo de abandonar ao relento, porquanto à própria sorte, seres indefesos: meramente crianças!
Parabéns a qualquer um que tenha tomado a iniciativa de criar uma criança, que fora abandonada pela sociedade, pelo Estado, pelos pais MACHO/FÊMEA, PAI/MÃE, HOMEM/MULHER. E, ao que tudo indica, embora não reflita a realidade, certamente li em uma página qualquer uma frase "...todos são iguais perante ..."
Parabéns ao "anjo" D.ra Eufrásia Maria, por ter intermediado heroicamente.
Agora, FAZER UM TRABALHO SÉRIO, QUE É O DE EDUCAR OS MISERÁVEIS, para evitar que se proliferem, estimular e induzir a homens a efetuar vasectomia, isto não interessa, pois nos poucos anos que possuo, já vi diversas campanhas, sobre controle da natalidade, que terminaram em uma saborosa "pizza", abençoada por inúmeras instituições religiosas, ongs, demagogos, políticos, inescrupulosos, e demais afins ... Enquanto isto as crianças continuaram a aparecer e a se tornarem párias da sociedade, esquecidas, enfim, e quando aparecem almas dispostas a delas cuidar, alguém vem perder tempo com este assunto?
É preciso reavivar a memória do leitor para o fato de que dentro de nosso território, os comércios mais lucrativos existentes, dentre outros, o da miséria! o da credulidade! o da carência! ...

Paul (Procurador Autárquico 07/06/2006 - 16:10

Ridícula a decisão do magistrado e a apologia ao homossexualismo que faz a mídia em geral, bem como o site consultor jurídico.

A Constituição Federal não dá amparo à união estável entre homossexuais. Que o Judiciário não pretende aprovar uma Emenda Constitucional Judicial, usurpação clara da competência do Congresso Nacional, com ofensa à cláusula pétrea da Separação dos Poderes.

Recomendo a leitura do artigo: "Da inadmissibilidade jurídica da união civil de homossexuais", publicado no site Jus Navigandi.

Ratão (Oficial de Justiça 07/06/2006 - 02:02

Neste mundo "moderno", onde a anomia moral é cada vez maior, tudo é possível, até mesmo o reconhecimento pelo Judiciário de uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo. O homosessualismo contraria leis naturais e eternas, a fisiologia e do pon-
to de vista da anatomia, é uma verdadeira aberração. A adoção de crianças por casais de homossexuais chega às raias do absurdo, primeiro porque duas pessoas do mesmo sexo juridicamente não podem formar um casal, e não formarão uma família
definida como tal pelas leis mutáveis dos homens, felizmente ainda inexistentes no Brasil, e pelas sábias e eternas leis da Natureza. Qual referência tais crianças terão, no futuro, para formarem suas famílias, se elas têm como exemplo um "casal" no qual ela não pode distinguir quem é o pai e quem é a mãe? O máximo que ela poderá é distinguir quem é o passivo e quem é o ativo, ou se são os dois polos ao mesmo tempo. Que belo exemplo, inclusive porque os dois - ou as duas - jamais poderão gerar os próprios filhos e a medicina ainda não resolveu esta questão integralmente e acredito que jamais o fará, mesmo porque o homossexualismo é um vício adquirido muitas vezes na infância!!! É, nos dias de hoje, até mesmo rebeldia sem causa ou sem-vergonhice estimulada por gente depravada que comanda a mídia e por políticos interessados em votos. O verdadeiro e genuíno amor só pode existir entre homem e mulher, sexos que se complementam segundo leis naturais que, ao que parece, estão sendo estupradas por determinas decisões judiciais. É neste clima de anomia generalizada que vivemos que se permite que uma criança seja adotada por homossexuais. No futuro ela será o quê? Um pai? Uma mãe? As duas coisas ao mesmo tempo? O homossexualismo é tão "natural" que, se uma certa quarta parte da Humanidade fosse de homossexuais, o próprio ser humano desapareceria da face da Terra...

Paulo de Tarso (Advogado Autônomo 19/05/2006 - 01:14

Os Reportagem - Daniele Lessa/Rádio Câmara
Edição - Noéli Nobre

(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')

Agência Câmara
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E-mail:agencia@camara.gov.br

Paulo de Tarso (Advogado Autônomo 19/05/2006 - 01:09

Relatório não prevê adoção de filho por casal homossexual
O substitutivo da deputada Teté Bezerra (PMDB-MT) aos projetos que mudam a Lei da Adoção (PL 6222/05 e outros) não menciona a possibilidade de casais homossexuais adotarem menores de idade. A relatora apresentou seu parecer nesta quarta-feira na comissão especial que analisa o assunto, e explicou ter rejeitado emenda da deputada Laura Carneiro (PFL-RJ) nesse sentido porque o Código Civil não faz referência a uniões entre pessoas do mesmo sexo.
Em seu relatório, a deputada procura preservar ao máximo os vínculos do menor com sua família biológica, e explicita que a situação econômica não pode ser usada como critério para a perda do poder dos pais sobre a criança ou o adolescente. O único critério, segundo Teté, deve ser a conveniência e o interesse da criança.

Vontade da criança
O substitutivo inclui também um dispositivo não previsto na atual legislação, ao permitir que os pais biológicos se arrependam de ter dado a criança em adoção, antes da emissão da sentença judicial. Caberá ao juiz, nesses casos, avaliar o que é mais vantajoso para o menor — ficar junto à família que está com a sua guarda ou retornar para os pais biológicos.
Por outro lado, o texto incentiva a família biológica a ficar com as crianças que vivem nos abrigos. Após a entrada da criança em uma instituição, os pais terão um prazo equivalente a 1/3 do tempo que falta para ela atingir a maioridade.
No caso de uma criança com três anos, por exemplo, os pais terão 5, dos 15 anos que faltam para atingir a maioridade, para decidir se ficam com ela. Após esse prazo, o juiz poderá autorizar a adoção.

Adoção por estrangeiro
Estrangeiros, segundo o substitutivo, poderão adotar crianças brasileiras, mas apenas quando forem esgotadas todas as possibilidades de inclusão do menor em famílias brasileiras. Pelo texto, a adoção por estrangeiro não acontecerá sem que os pais adotantes sejam ouvidos pela autoridade judiciária brasileira.
Além disso, deverá ser cumprido um estágio de convivência entre o menor e a família adotante, em prazo a ser determinado pelo juiz. Esse período, que na atual legislação é fixado em pelo menos 15 dias, foi ampliado pela relatora para no mínimo 30 dias. "A intenção é fazer com que as crianças brasileiras permaneçam no País", explicou a relatora.
Ela destacou ainda que o país do casal estrangeiro terá de ser signatário da Convenção de Haia, de 1993, que estabelece proteções para a criança no caso de adoções internacionais.

Idade mínima
O projeto também procura acabar com dúvidas existentes na legislação. Uma delas é sobre a idade mínima do interessado em adotar uma criança. Hoje, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) exige que o adotante tenha pelo menos 21 anos. No novo Código Civil, a idade mínima é de 18 anos. O projeto da Lei Nacional da Adoção segue o Código e fixa a idade mínima em 18 anos.

A Comissão Especial da Lei de Adoção marcou reunião para esta quinta-feira, a partir das 9 horas no plenário 14, para discutir e votar o relatório final.


Paulo de Tarso (Advogado Autônomo 17/05/2006 - 01:41

Sr. Saulo Henrique,
Ratifico os meus comentários à digna postura de V. Sª quanto a dispensação de afeto e auxílio material, não somente a uma criança em perecimento social, mas a todos que careçam, e penso que seja este, também, a postura de V. Sª.
Concordo com a análise sociológica, diria,corajosa, posto vivermos numa sociedade "politicamente correta", mas na contramão da Bíblia, que É a Palavra de D'US.
"Não te furtes a fazer o bem a quem de direito, estando na tua mão o poder de fazê-lo." Provérbios 3:27
Cordialmente,
Paulo de Tarso.

Saulo Henrique (Advogado Autônomo 16/05/2006 - 10:48

Sr. Paulo,
Pactuo de vosso posicionamento, pelo simples fato de, no gozo de minha liberdade religiosa, crer em DEUS e acreditar ser a Bíblia a Revelação Divina.

Procurei em meu ponto de vista levar em consideração a realidade social de que a lentidão do Estado torna "menos grave" o fato de a criança ser adotada por casal homossexual do que vir a perecer pelo descaso dos Poderes Públicos.

Na realidade, o que DEUS desaprova, segundo ensinamento Biblico, em relação ao homossexualismo, seria o envolvimento entre pessoas do mesmo sexo em termos sexuais e matrimoniais. Nisso há concordância do pensamento no cristianismo, seja protestante, católico ou outro segmento simpatizante. TODAVIA, não vislumbro que seja "ilícito", do ponto de vista moral, CONCEDER AFETO e auxilio material a uma criança em perecimento social. Não fosse a implicação moral POSTERIOR no decurso do tempo, pelas razões que já mencionei, de ordem natural, e o tolhimento da oportunidade natural de a criança, nos primeiros anos de sua vida, contemplar a diversidade sexual no lar e entender a sua própria sexualidade, nenhum mal haveria em ceder-se amor ao nascituro que, como todos, merecem atenção,carinho, amor e digna condição de vida.

Atenciosamente,
Saulo Henrique.

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