Total: 14 Comentários

Militantes políticos foram estigmatizados sem direito a defesa

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Francisco Lobo da Costa Ruiz (Criminal 13/12/2004 - 20:22

Engraçado, tudo o que foi narrado está acontecendo hoje.

Victor Sarfatis Metta (Tributária 13/12/2004 - 16:28

Cara Zaira,
se um erro não justifica o outro, pq será q vc utiliza-se das ilegalidades praticadas pelo regime de exceção para justificar os atos do terrorista que escreveu o texto?


Zaira Pernambuco ( 13/12/2004 - 16:11

Como há gente mesquinha e ignorante no mundo... O articulista foi um gurrilheiro sim, possivelmente queria transformar o país numa didatura do proletariano, pegou em armas contra o regime, podemos até considerar que houve uma guerra, mas, por isso é justo que ele e vários outros tenham sido privados de seus direitos e torturados nos porões da ditadura?
Convenhamos, até prisioneiros de guerra tem direitos e os militares também não pensavam bem em democracia quando tomaram o poder e nele permaneceram a custa de mentiras, manipulações e repressão a toda a população por vinte anos!
Não havia santos ou democratas em nenhum dos lados, é certo, mas o Estado, que é o poder constituído, não deve se rebaixar ao nível daqueles que combate, pois senão a coisa toda descamba, como ocorreu.
Não é preciso ser a favor ou contra o regime militar, é preciso ser coerente.
Leiam os livros de Élio Gaspari da série "Ditadura" e depois reflitam, se continuarem achando que o regime foi bom e que tortura é um bom método de obter informações, então que Deus tenha piedade de suas almas...

Alex Wolf (Estudante de Direito 13/12/2004 - 14:01

Sr. Celso Lungaretti: Quando a esquerda pegou em armas contra a ditadura, ela não o fez em nome da liberdade e da democracia, mas em nome de suas propostas de instauração de um regime totalitário no país. Um pouco de história não nos fará mal. Quando do chamado golpe de 1964, havia, sim, uma tentativa em curso de instalação de um regime de tipo comunista no Brasil. Embora essas ações estivessem se aproveitando das instituições democráticas vigentes, não é menos verdadeiro que o seu propósito consistia na abolição pura e simples dessas mesmas instituições. A sociedade vinha sendo convulsionada por atividades subversivas que acompanhavam os diferentes modelos comunistas nessa época vigentes, do soviético ao maoísta, passando pelas diferentes versões trotskistas, guevaristas, castristas, albanesas e outras. O zoológico ideológico era aterrador, sobretudo pelos crimes que ocultava. Acrescentemos, ademais, que a sociedade brasileira em geral clamava por uma participação militar, consubstanciada em apoios dos mais importantes e influentes jornais da época, além de representantes da Igreja e da sociedade civil em geral. Muitos dos que depois se tornaram críticos do regime militar quando do seu fechamento e da prática que então começou a corroer a própria instituição militar apoiaram, em nome da democracia e da liberdade, que se desse um basta a essas tentativas que se tornavam cada vez mais insurrecionais.
Os que hoje se apresentam como "combatentes da liberdade" nada mais eram que os representantes do totalitarismo. Que pretendam agora se colocar como vítimas é um contra-senso histórico, uma imoralidade, que se faz às expensas dos contribuintes que devem pagar vultuosas indenizações aos que tinham como propósito a eliminação da liberdade no Brasil. A guerrilha do Araguaia seguia uma orientação maoísta que tinha entre os seus ícones assassinos como o Secretário Geral do Partido Comunista da Albânia e Mao-Tse-Tung e seu grupo da China. De repente, surgem nos meios de comunicação novas notícias relativas à abertura dos arquivos com um propósito que não é apenas humano, concernente ao direito, por exemplo, dos familiares enterrarem os seus mortos, mas político, de desqualificação de toda uma instituição, no caso, das Foças Armadas. Da mesma maneira, não se fala dos assassinados pelos guerrilheiros, mas de indenizações polpudas de pessoas que vão muito bem, obrigado". (Denis Rosenfield). Crie vergonha na cara!

Victor Sarfatis Metta (Tributária 13/12/2004 - 11:28

A vulgaridade e a falta de vergonha do autor são enojantes!

Como guerrilheiro (= terrorista), que visava transformar o Brasil em ditadura comunista (Cuba, Canboja, etc), ele ainda se arvora em "coitado" e perseguido! É o cúmulo da inversão de valores. Se a "repressão", como ele se refere, se utilizava de métodos ilegais é algo que não justifica a carreira assassina do autor.

Lembre-se que seu companheiro, o "heróico" Lamarca nada mais foi do que um desertor e assassino a sangue frio. Lembro do caso de um tenente da PM paulista, que havia aceitado trocar de lugar com seus subordinados, feitos reféns pelo desetor e seu bando. Lamarca matou-o a coronhadas, por atrasar a fuga do bando.

Nesse período não houve heróis. A ditadura foi ilegal, mas a guerrilha terrorista tinha desígnios muito piores!! Comparem os 300 mortos pelo governo (dentre terroristas e subversivos comunistas) e os 200 mortos pelos "perseguidos" (dentre vigias de banco, policiais, pais de família, trabalhadores....).

Agora lembrem que o triplo disso foi fuzilada pelo Cubanos (modelos de inspiração dos guerrilheiros de então e de hoje, como o MST), só nos primeiros dias da Revolução!!

Chega de farsa! E um grande cala-a-boca ao autor, Celso Lugaretti: tenha vergonha!

Paulo Gomes de Freitas ( 13/12/2004 - 09:34

Sempre defendi a pena de vida. Sempre que escrevi tentei defender as pessoas que cometiam crimes. Tentava ver o lado do criminoso e entender sua mente doentia. Entretanto, acredito que chegou o momento de aplicar a pena de morte no Brasil para quem comete crime doloso contra a vida e a pena de castração para quem comete estupro. Não estou sendo sensacionalista e muito menos perdi a esperança no ser humano. Mas estou triste, angustiado, ao ver que um assassino como o que matou friamente a jovem universitária do Lago Sul, Maria Cláudia Siqueira Del Isola, 19 anos. Quero que o caseiro que matou essa menina morra, pois não é possível uma pessoa desta pegar apenas uma pena de doze anos pelo assassinato e mais quatro pelo estupro. NÃO PODEMOS DESPREZAR A VTÍMA DESSA FORMA VINTE ANOS NO MÁXIMO DE PRISÃO PARA ESSA BANDIDO É POUCO!!! Ele merece a pena de morte. Chega de demagogia e vamos instituir a pena de porte para os crimes de latrocínio e para os crimes dolosos contra a vida.
Hoje estou triste, sem esperança com vontade de vingança. Já estudei várias teorias, mas vejo que a única que funciona é a pena de morte. Não gosto de bandidos e chegou a hora de mudar a nossa Constituição se as autoridades de hoje não conseguem aplicar tal pena que faça concursos e contrate novos juízes e promotores, estou magoado, pois alguém que NUNCA fez mal algum a qualquer pessoa morreu. Uma morte ingrata, por alguém que confiava. MEU DEUS quanta crueldade. Vou ser presidente um dia e quando for a primeira coisa que vou fazer é expulsar os funcionários da ONU e destituir a comissão de direito humanos que defende bandidos, que apoia esse assassinos.
Quero a pena de morte no Brasil já, por isso votarei e darei parte de minha mesada a todos políticos que querem defender tal pena.
De hoje em diante irei disputar todas a eleições do Diretório Estudantil e sempre irei defender a pena de morte neste país.
Morte já a todos os bandidos
Ou o Estado faça a vontade a maioria da população, ou a população fará justiça por si mesma.
Pena de morte para os bandidos já
Que Deus nos ajude!!
http://noticias.correioweb.com.br/ultimas.htm?codigo=2623685

Alessandro (Bacharel 13/12/2004 - 08:20

Qual a diferença entre GUERRILHEIRO e TERRORISTA?!?!...
...acredito que nenhuma !!!!!!
Vamos parar com esta onda de "coitadinhos" pois, como foi muito bem dito:
Quem está na chuva é para se molhar!!!!

celso pereira da silva ( 12/12/2004 - 23:53

Marco Nunez, fale claro e nao por enigma. Já que está falando num espaço púplico esclareça. Voce esta mandando uma missiva enigmática ao articulista, que nós leitores não sabemos.

celso pereira da silva ( 12/12/2004 - 22:36

Em tempo: não sou contra o pagamento de estipêndio a quem absolutamente necessita e cuja situação foi provocada por justa ação em pról da sociedade, sendo vitima de indignidade que o levou a faltar o sustento, desde que absolutamente adequado.

celso pereira da silva ( 12/12/2004 - 22:31

Gostaria que o articulista fizesse uma matéria específica e esclarecedora sobre as indenizações milionárias. Eu fiquei sabendo que o Dias Gomes, aquinhoado pela sorte de ser um dos melhores escritories de novelas teria obtido um salário mensal de R$ 12.000,00 (doze mil reais), só porque durante um tempo a Globo ou outras emissoras não o contratou.

Pelo menos eu, quando estudante ingressei no PCB tinha claro que poderia ser preso e torturado, mas me sentiria indigno de receber uma indenização por ter sido "molhado" por conscientemente ter entrado na "chuva".

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