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Realmente, o mundo ainda tem que melhorar bastante. No dia em que homens como George Bush, Tony Blair e outros que atropelam as decisões da ONU para promover guerras absurdas como a recente invasão do Iraque, forem julgados e condenados por um tribunal como o TPI, pelos crimes que cometeram, aí, poderemos ter a certeza de que encontramos o caminho da paz entre as nações. Até lá, temos que assistir, impotentes, a fatos lamentáveis como os retrocitados. Felizmente, já iniciamos a caminhada, e o TPI acena com a esperança de dias melhores para a humanidade.
Realmente, o mundo ainda tem que melhorar bastante. O dia em que homens como George Bush, Tony Blair, e outros que desrespeitam as decisões da ONU e promovem guerras absurdas como a invasão do Iraque, forem julgados e condenados por um tribunal como o TPI, pelos crimes que cometeram, aí, poderemos ter a certeza de que encontramos o caminho da paz entre as nações. Até lá, temos que assistir calados e impotentes a fatos lamentáveis como os retrocitados. Felizmente, já estamos a caminho.
Sejamos honestos: os EUA são hoje uma espécie de Império Romano. E se recusam a reconhecer jurisdição ao Tribunal Penal Internacional. Não admitem que o TPI "ouse" julgar qualquer de seus cidadãos ou soldados. Logicamente Israel e Inglaterra, como vassalos que são, ajoelharam-se e disseram amém. O resumo da ópera é que o TPI fará sempre julgamentos que interessem exatamente àqueles que não o reconhecem como corte de justiça. Ou seja, acabará fazendo parte do coro do amém, a exemplo do que fazem com o Milozevicz. São coisas que convém 90% ao Império e 10% à Europa. Mas temos que reconhecer que é melhor 10% do que nada, pois até o Império Romano teve seu fim.
A criação de organismos internacionais é apanágio do mundo globalizado. Entretanto, acreditar que o julgamento de ex-governantes de paises que não obtiveram êxitos nas guerras de que participaram, com apoio bélico de outros países, principalmente dos signatários da OTAN, pode ser uma catarse para aliviar a consciência dos plutocratas e mostrar para o mundo uma aparente preocupação humanitária, mas está longe de enfrentar o problema de frente e aboletar os verdadeiros genocidas no banco dos réus.