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Notas Curtas

Por Leonardo Léllis

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Terra de Trump

Ministro Luís Roberto Barroso faz série de conferências nos Estados Unidos

O ministro Luís Roberto Barroso falará nesta sexta-feira (8/9) em Washington (EUA) no Wilson Center e na American University. O tema é o Brasil de hoje: “Judicialização da vida, combate à corrupção e reforma política”. Na sequência, participa do seminário Constitucionalismo Global, na Universidade Yale, que reúne ministros das supremas cortes de diferentes países do mundo.

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Revista Consultor Jurídico, 6 de setembro de 2017, 16h19

Comentários de leitores

2 comentários

Aplausos para o Dr. Luiz Fernando Cabeda !!!!

Rejane Guimarães Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Dr. Cabeda, o senhor me representa.

O que deveria ter sido dito e que não foi

Luiz Fernando Cabeda (Juiz do Trabalho de 2ª. Instância)

1. O min. Barroso certamente está viajando às expensas do STF, além de ganhar diárias. Fórmula 'esperta' para produzir a autopromoção com verbas indenizatórias e para 'furar' o teto dos ganhos no serviço público.
2. O Supremo está na crista da onda de uma crise sem proporções antes.
O colapso financeiro do governo federal, atestam os conhecedores, não tem precedente, mesmo em épocas não tão distantes da inflação galopante ou de crises internacionais, como a surgida em 1929/1930.
As instituições políticas estão esterçadas (mas se alguém cometesse o lapso de dizer estercadas não estaria errado), pois têm enfrentar dia-a-dia notícias hostis, de envolvimento maior ou menor de seus membros em conivência, omissão ou falta de vigilância, quando não em participação no tráfico de influência, na parcialidade, no patrocínio funcional delituoso, na suspeição e até mesmo nas vantagens indevidas.
Sendo este o quadro, o min. Barroso vai aos EUA falar sobre assuntos sobre os quais não tem nenhuma expressão como intérprete no Brasil. Simplesmente, discorrerá sobre a obra que outros vêm construindo com dificuldade e denodo. Quer colher louros que não merece.
3. A trajetória do min. Barroso, no julgamento do "Mensalão" foi outra. Ele foi admoestado acidamente pelo então relator do caso, Joaquim Barbosa, porque, sob eufemismos tais como "a condenação foi um ponto fora da curva" ou "quociente de penas", votou pela despenalização de José Dirceu e de outros pelo crime denominado então de 'formação de quadrilha', como se fosse possível articular crimes complexos sem compartimentar as ações delitivas, sem chefia e sem articulação minuciosa de formas e meios.
4. Ninguém sabe onde Barroso quer chegar, mas certamente nunca chegará à posição de Celso de Mello, por exemplo.

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