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AP 470

Barroso concede liberdade condicional a Kátia Rabello, condenada no mensalão

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, concedeu liberdade condicional à ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello. Ela foi condenada a 14 anos e 5 meses por lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta na Ação Penal 470, o processo do mensalão.

Kátia Rabello foi condenada a 14 anos e 5 meses por lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta no processo do mensalão.
Nelson Jr./STF

Em despacho no processo da execução da pena da executiva, Barroso afirmou que ela é ré primária, já cumpriu um terço da pena e apresenta bom comportamento e, por isso, poderia ser liberada — conforme manda o artigo 83 do Código Penal. Ela cumpriu 3 anos e meio da pena e remiu 456 dias por meio de trabalho e estudo na prisão.

No parecer enviado ao ministro, a Procuradoria-Geral da República disse que Kátia Rabello demonstrou ser capaz de cuidar da própria subsistência, não cometeu falta disciplinar e já pagou toda a multa que havia sido imposta a ela.

Agora, a Vara de Execução Penal de Belo Horizonte deve estabelecer as condições para que Kátia possa ficar em liberdade. Com informações da assessoria de imprensa do STF.

EP 8

Revista Consultor Jurídico, 30 de junho de 2017, 16h20

Comentários de leitores

1 comentário

Era o minimo e chega bem atrasado.

hammer eduardo (Consultor)

Grande decisao pois era um escandalo continuado a manutencao do encarceramento do tal " nucleo financeiro" da 470 quando no mundo real a gran-ratada foi praticamente solta na sequencia daquela imundicie.
Faco votos que a recem libertada aproveite a oportunidade unica para escrever um livro e " botar a boca no trombone".
Dentro das previsoes feitas a epoca , o 470 deu na pratica em NADA e cumpriu-se a profecia brasileira maldita de que " o proximo escandalo sempre vai ser pior", vide a atual Lava Jato que transformou o 470 em mera brincadeirinha de Escoteiros Lobinhos.
O Brasil nao tem mais conserto com o modelo de justica farsesca que temos atualmente , estamos condenados ao fracasso e a uma cova rasa na sepultura da historia.
Comparando-se com 1964 , aquilo ali foi uma partida de porrinha em vista da ZONA totalmente descontrolada que vivemos atualmente , infelizmente.

Soltaram a Cozinheira do Lupanar , os participantes sequer foram muito incomodados.
Falta agora soltarem o "carequinha" Marcos Valerio que curiosamente continua em cana , certamente o luzidio mineirinho deve ter muita COISA boa para contar.......

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