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Vaga de Janot

Nicolao Dino é o mais votado em lista para procurador-geral da República

O vice-procurador-geral eleitoral Nicolao Dino foi o mais votado nas eleições da lista tríplice de candidatos a procurador-geral da República. Ele recebeu 621 votos. Além dele, também foram escolhidos os subprocuradores-gerais Raquel Dodge, que teve 587 votos, e Mário Bonsaglia, com 564 votos. A votação aconteceu nesta terça-feira (27/6).

Leia entrevista de Nicolao Dino à ConJur.
Reprodução

A lista é elaborada pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) e enviada à Presidência da República. Não há previsão legal para a elaboração ou obediência ao resultado das eleições, mas a lista da ANPR é seguida desde 2003, quando o ex-presidente Lula iniciou a tradição de sempre nomear o mais votado.

Segundo a ANPR, 1.108 eleitores, 85% do total de filiados na associação, entidade de classe dos membros do Ministério Público Federal. O escolhido para assumir a PGR substituirá Rodrigo Janot e ficará até setembro de 2019 no cargo, para o qual pode ser reconduzido uma vez.

O PGR, por definição constitucional, é o chefe do Ministério Público da União, que reúne, além do MPF, os MPs Militar, Eleitoral e do Distrito Federal. As outras unidades do MP fizeram outra lista, que ainda não tem definição.

A votação desta terça contou com oito candidatos. Além dos três escolhidos, também se candidataram Ela Wiecko (424 votos), Carlos Frederico Santos (221 votos), Eitel Santiago (120 votos), Sandra Cureau (88 votos) e Franklin da Costa (85 votos).

Durante o fim de semana, a ConJur publicou entrevistas com todos os candidatos. Clique aqui e aqui para ler.

Revista Consultor Jurídico, 27 de junho de 2017, 18h40

Comentários de leitores

8 comentários

Neli (Procurador do Município)

Observador.. (Economista)

Respeito seu comentário mas surge sempre a dúvida...
Ninguém viu nada enquanto os políticos faziam tudo o que a senhora elenca?
Todas as instituições pousaram, provavelmente de outro planeta, agora que o PR Temer é o Presidente e vieram nos salvar, de nós mesmos e dos políticos?

Se for assim, compreendo seu comentário.

Inversão de valores.

Cleber Castelo Duarte (Servidor da Aeronáutica)

Chega a impressionar o quanto se subverte a lógica dos valores que sustentam (ou ao menos deveriam sustentar) a nossa sociedade. Ainda que haja excessos, e sabidamente há, não se pode rotular de "perseguição" ou qualquer termo congênere a tentativa de por um freio nessa política que despreza os interesses públicos e em políticos que mais parecem caricaturas de cidadãos cuja moral não lhes permite, a rigor, nem o direito à liberdade, visto que com suas práticas cotidianas ferem de plano qualquer preceito legal ou moral. Parece piada de muito mal gosto que ainda haja aqueles que, em nome de uma suposta estabilidade do país, queiram voluntariamente fechar os olhos a tão evidentes fatos. Temos um presidente ilegítimo e corrupto. Parem de misturar direito com politiquice. Somos uma República ainda incipiente, mas isso jamais deve ser confundido com salvo conduto para corrupção. Fora com essa corja sim, e com qualquer um que venha a cometer tais atrocidades.

Que Deus abençoe o escolhido.

Neli (Procurador do Município)

E que faça um grande trabalho como o atual Procurador Geral faz.
Penso, ao contrário que escreve o ilustre advogado, que o Ministério Público Federal não debilita nenhum político. Eles que foram debilitados por eles mesmos.
Infelizmente, muitos dos denunciados, não agiram de modo a dignificar os honrosos cargos que exercem (ou que tentaram ser eleitos) por força do povo. Deveriam ter trabalhado em prol do bem comum e, no entanto, infelizmente, trabalharam em prol de si mesmos, jogando o Brasil nesse lamaçal.
A crise não foi feita pelo Ministério Público Federal (e Polícia Federal), mas, pelos próprios políticos, friso-me, não agiram de modo a dignificar os honrosos cargos que exercem.
Caixa 2 é um crime contra a Democracia, porque faz com que o "Caixeiro" dispute a eleição em desigualdade de com aquele que cumpriu a lei eleitoral.
Será que se tivesse cumprido a lei eleitoral, não utilizando o Caixa 2, teria sido eleito?
Por outro lado, o Brasil está nesse eterno subdesenvolvimento, sem saúde, sem educação, sem segurança pública, sem saneamento básico, em suma, sem infraestrutura, graças aos políticos que colocaram seus interesses pessoais acima do Interesse Público.
Todo apoio para a Lava-jato.
Parabéns Polícia Federal Ministério Público Federal, Justiça Federal e Tribunais pelo hercúleo e relevante em prol do Brasil.
Os brasileiros no Futuro agradecerão!

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