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OAB-SP denuncia revistas vexatórias de advogados em presídios

Comentários de leitores

5 comentários

Tem que revistar todos. Ou ninguem

LunaLuchetta (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

A Ordem dos Advogados do Brasil - Secção de São Paulo não consegue sequer corrigir a discriminação que acontece às suas barbas: no Foro João Mendes há várias portarias e só na dos Advogados há revista.
Funcionários, juízes, promotores e outros entram por portal separado sem sequer terem que se identificar...
Sem dúvida alguma: a OAB sp luta pelos direitos dos advogados !!!

Reiterando

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

A classe dos advogados, e tenho dito isso há muitos anos sempre com muita ênfase (o que vem me garantindo ferrenha perseguição interna na Ordem), não pode mais conviver com o estado de inércia e apatia hoje vigente na atuação real da Ordem dos Advogados do Brasil, apesar dos discursos e alegorias postas para esconder a realidade. Os princípios deontológicos da profissão estão, desde há muito, esquecidos pela Entidade de Classe, que chamada a desenvolver sua atuação nos termos da lei apresenta quase sempre uma resposta incompatível com as necessidades de momento, moldada muito mais aos interesses pessoais e profissionais do grupo que exerce efetivamente o poder do que a seu nobres objetivos. Como resultado, os advogados não conseguem atuar como determinam a Leis, a Constituição, e as necessidades de momento. Todos temem os agentes públicos, temem a própria Entidade de Classe que deveria acolhê-los e socorrê-los nos momentos de dificuldade, quando o confronto se torna inevitável tendo em vista o dilatado desapego à lei hoje vigente no estado brasileiro. Como resultado, o povo brasileiro sofre com uma advocacia deficitária, pois hoje atuar nos exatos termos do que determina a profissão, sem temor de represálias, retaliações e perseguições geradas em função da exigência do respeito à lei é quase um ato de heroísmo, na qual pouquíssimos advogados estão dispostos no momento atual, permitindo que a ilegalidade floresça e produza seus frutos, aprofundando a imensa crise que assola o País no momento.

Cúmulo da humilhação

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Conforme é de conhecimento público e notório, os nomes citados na reportagem e praticamente toda a cúpula da OAB/SP são figuras coniventes como a desarticulação da advocacia nacional. Dado o contexto atual de degradação das instituições, eles perceberam que alinhando a atuação da Ordem paulista aos interesses de classe dos agentes públicos, usando boa dose de marketing para esconder devidamente tais objetivos, eles poderiam em causa própria usufruir de diversas benesses e estar em posição de vantagem em relação aos demais advogados. É que agradando e bajulando os agentes públicos, ao invés do inevitável confronto surgido quando o respeito à lei é exigido, caem nas graças pessoais dos agentes, em condições amplas de usufruir da pessoalidade para objetivos pessoais ou profissionais próprios, sem consideração com o coletivo. Assim, todo agente público violador das prerrogativas da advocacia sabe que encontrará uma OAB/SP desarticulada, confusa, com ações pífias e de nenhum resultado prático, levando a uma situação concreta na qual a defesa da classe dos advogados simplesmente não existe. No entanto, dado o contexto, ainda nos surpreendemos com a situação que a Cúpula da OAB nos colocou: uma advogada ter que vestir indumentária de detento para exercer sua profissão! É o cumulado humilhação, mesmo se sabendo que algo pior ainda pode vir, inclusive com nós mesmos como figuras centrais.

Tem que revistar todos.

João B. G. dos Santos (Advogado Autônomo - Criminal)

Advogados, funcionários e visitas. Quando vou a presídios uso um sapato que não apita. Basta se acautelar que não há problema.

Advogados

O IDEÓLOGO (Outros)

Os advogados devem passar por revistas, porque a grande maioria deles se envolvem, sentimentalmente e materialmente com os rebeldes primitivos.

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