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Discurso de posse

Preso não pode ser privado de dignidade, diz novo procurador-geral do RJ

O novo procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Eduardo Gussem, destacou a necessidade de uma solução para a superlotação carcerária no estado ao discursar em sua posse, nesta segunda-feira (16/1). "Não podemos esquecer que todo ser humano privado de sua liberdade não pode também ser privado de sua dignidade", afirmou.

Novo procurador-geral de Justiça defendeu mudanças para enfrentar o caos carcerário.
MP-RJ

Como soluções, o novo chefe do Ministério Público estadual defendeu a liberação de pessoas que já cumpriram suas penas. Disse também que é preciso ampliar o número de vagas no sistema penitenciário.

Gussem foi nomeado pelo governador do RJ, Luiz Fernando Pezão (PMDB), no dia 3 de janeiro e substitui Marfan Martins Vieira. Ele foi eleito em votação dos membros do Ministério Público em dezembro de 2016 e terá um mandato de dois anos.

Transparência social
Gussem defendeu ainda em seu discurso que o MP-RJ acompanhe a execução orçamentária mais de perto. Explicou que o controle a ser proposto se dará antes mesmo do fechamento do ano orçamentário.

A ideia, segundo ele, é prevenir situações em que os gastos superem muito a receita. "O fortalecimento da transparência faz de cada cidadão um parceiro do Ministério Público na tarefa de controle."

"A crise financeira não pode servir de justificativa para retrocessos nas questões sociais e na cidadania", complementou Gussem. Com informações da Agência Brasil.

Revista Consultor Jurídico, 16 de janeiro de 2017, 19h47

Comentários de leitores

2 comentários

E a dignidade da vítima?

Observador.. (Economista)

Com essa (a vítima) há muito nossas autoridades deixaram de se importar ou se mover.
O Brasil segue uma agenda invertida; está sempre à reboque da transgressão, do malfeito, de massacres e de motins.
Vítima e o chamado "homem de bem" não dão notícia e nem são motivos para artigos, debates etc.
A sociedade, há muito, só serve para pagar impostos e sustentar uma máquina Estatal obesa e letárgica.

Dignidade

O IDEÓLOGO (Outros)

E a dignidade da vítima?

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