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Telefonia é a área com mais reclamações nos Procons em todo o Brasil

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Com quase 580 mil reclamações nos Procons em todo o Brasil, o setor de telefonia foi o mais demandado pelos consumidores em 2015. A variação em relação a 2014, quando foram registradas 458 mil queixas, foi de 26,5%. Os dados são do Boletim Sindec, produzido pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), órgão vinculado ao Ministério da Justiça.

Os dados, divididos entre telefonia móvel e fixa, mostram que as reclamações envolvendo celulares e smatphones cresceram 49% em 2015, saindo de 226 mil em 2014 para 338 mil no ano passado. Já na área fixa, a variação foi de 4% — 231 mil em 2014 e 241 mil em 2015. As empresas mais demandas foram a Claro, que também controla a Embratel, a OI e a Vivo, que é responsável pelas operações da Telefônica.

Depois dos serviços de telefonia vêm os bancos, responsáveis por quase 184 mil queixas. O montante representa crescimento de 20% sobre 2014, que registrou 153 mil reclamações. As empresas de TV por assinatura, que fazem parte do mesmo grupo das companhias telefônicas estão em quarto lugar entre os mais reclamados, com crescimento de 28% — 174 mil demandas em 2015 contra 136 mil no ano anterior.

Confira o total de reclamações por setor:

Principais variações
Apesar de não estar entre os cinco principais setores com maior número de reclamações, a área de energia elétrica foi a que apresentou a maior variação de 2014 para 2015 (50%), passando de 62 mil queixas para 94 mil. Em seguida vem a telecomunicação, com crescimento de 23,6%.

Já os setores que apresentaram queda foram a indústria e o setor de transporte aéreo. A redução pode ser explicada, em partes pelo enfraquecimento da economia. Em 2015, a atividade industrial caiu 6,1%. Foi o segundo pior resultado do setor, perdendo apenas para 2009, ano em que a crise global estava em sua plenitude, quando o resultado foi de -9,3%, segundo dados da Fiesp.

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) aponta que a demanda por voos domésticos no Brasil caiu 4% em janeiro deste ano. Esse é o pior resultado para janeiro, mês de alta demanda por causa das férias, Desde que a entidade começou com a série histórica. O resultado negativo, de acordo com a Abear, é o sexto consecutivo.

Confira as variações de reclamações entre 2014 e 2015:

Clique aqui para acessar o relatório.

 é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 20 de fevereiro de 2016, 12h12

Comentários de leitores

1 comentário

Condescendência!

Florencio (Advogado Autônomo)

Enquanto os juízes forem condescendentes com essas empresas dando condenações em valores ínfimos, elas sempre vão achar que o crime compensa...

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