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Compra de leis e MPs citada em delação da Odebrecht gera insegurança

Comentários de leitores

11 comentários

Qual o interesse?

Rinaldo Maciel de Freitas (Advogado Sócio de Escritório - Tributária)

Há fatos que nos deixam intrigados: Qual o interesse da Odebrecht na Guerra dos portos? A empreiteira vende serviços e não comercializa ou industrializa produtos! Então, à primeira vista não teria por quer pagar propina para a aprovação do PRS 72/2010 há não ser que esteja protegendo um terceiro ator!

Qual a novidade

Gilberto Serodio Silva (Bacharel - Civil)

Esse congresso é comprado desde 1985 quando os Militares apearam do poder. Antes, com Geisel, a moeda de troca era fechar e depois abrir com nova legislação, Biônicos por exemplo, e tinha Sarney, ACM Corleone e outros para lamber as botas.
Dois defensores do financiamento de campanhas e candidatos por empresas, a pia mater da corrupção: Michel Temer da Barbie em entrevista para Roberto D`AVilla, quando dizia ia unir o país e salvar o Brasil, mas não era dele mesmo e sua Gang, muito pelo contrário. Outro era S. Excia. Gilmar Mendes, o Ministro do PSDB no STF.

Imagine só...

João Corrêa (Estagiário - Previdenciária)

se a lei que regula as delações tiver sido comprada? Como fica? SE FOR COM EFEITO EX TUNC, AS DELAÇÕES NÃO SÃO VÁLIDAS, e então não haveria prova de que a Lei foi comprada, e esta permaneceria vigente. Cria-se, assim, um paradoxo!

Decálogo de Lenin

Francisco Lobo da Costa Ruiz - advocacia criminal (Advogado Autônomo - Criminal)

O famoso decálogo caminha a passos largos: desmoralizar as instituições !

Diálogo

JA Advogado (Advogado Autônomo)

Para saber se estamos no fundo do poço é só imaginar um diálogo entre empresários:
- Como vai a sua empresa ?
- Mais ou menos. Estou precisando urgentemente comprar uma Lei ou uma Medida Provisória.

Qual a Novidade

CesarMello (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Qual a novidade?

Leis eram compradas desde o Mensalão. Se o STF fosse sério, teria declarado anuláveis todas as leis sancionadas por LULA e exigido que todas fossem votadas novamente, uma vez que aprovadas com vício de vontade dos parlamentares que recebiam o mensalão.

O julgamento do mensalão foi só uma cortina de fumaça onde alguns se sacrificaram (pouco) para salvar o esquema todo.

Diálogo

JA Advogado (Advogado Autônomo)

Para saber se estamos no fundo do poço é só imaginar um diálogo entre empresários:
- Como vai a sua empresa ?
- Mais ou menos. Estou precisando urgentemente comprar uma Lei ou uma Medida Provisória.

Ajoelhou, tem que rezar

Rejane Guimarães Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Agora, ficou comprovado o que todos sabiam sobre a influência do Poder Econômico na Política do Brasil. E ainda faltam outros partidos políticos e outras esferas de governo (estaduais e municipais). Vai dar muito trabalho, mas se queremos fazer da política um meio idôneo para equacionar nossos problemas sociais e econômicos, temos que analisar caso por caso e buscar uma legislação eficiente para coibir que volte a acontecer essa degradação generalizada no futuro.A participação de grandes empresas em obras e outros projetos do governo deve ser fiscalizada ao máximo, inclusive com a participação popular na contratação. Mãos à obra, Brasil!

Fundo do poço

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

E eu que pensei que o pais já havia chegado ao fundo do fundo do poço da imoralidade e sem-vergonhice da Pluto e da cleptocracia das elites brasileiras.

Brasil = a república dos vazamentos

Marcelo-ADV (Outros)

Favor investigar (art. 325 do Código Penal), para descobrir:

a) Quem vaza;
b) Por que vaza (se receber algum $$ para vazar, por exemplo, ou se existia outros interesses, como manter a instabilidade política, garantir legitimidade pelo ódio popular, e quem tem interesse nisso);
c) Quem negocia a seletividade dos vazamentos;
d) Quais os interesses por trás da seletividade dos vazamentos;
e) Etc.

Nosso Brasil = A República dos Vazamentos.

Para quem gosta de estatísticas, eis uma: vazamentos de delações (art. 325 do Código Penal) = 100% de impunidade.

Insegurança

O IDEÓLOGO (Outros)

As leis resultado de atos de corrupção não devem ser aplicadas pelos Juízes.

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