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Erros claros

Duas questões do XII Exame de Ordem são anuladas, de ofício

No mesmo dia em que divulgou o resultado preliminar da prova objetiva do XXI Exame de Ordem Unificado, a Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado e a Fundação Getulio Vargas decidiram anular, de ofício, as questões 7 e 67 do caderno de prova do tipo 1 e suas correspondentes nos cadernos tipo 2, 3 e 4, em virtude de vícios na elaboração dos itens.

Todos os candidatados receberam os pontos referentes a essas questões, conforme disposto no item 5.9 do edital de abertura. Apesar das anulações, o prazo para recurso contra o resultado preliminar não foi alterado, terminando no dia 12 de dezembro, às 12h. O resultado preliminar dos aprovados na primeira fase atualizado já está disponível no site do exame. Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB.

Clique aqui para ver o resultado do XXI Exame de Ordem Unificado.

Revista Consultor Jurídico, 9 de dezembro de 2016, 15h24

Comentários de leitores

4 comentários

Erros claros?

WLStorer (Advogado Autônomo - Previdenciária)

ERROS PROPOSITAIS!
É o controle da porcentagem preestabelecida de aprovados.
Ou alguém acredita em questões erradas no Exame da Ordem?
Uma equipe especializada cometer erros na elaboração de 80 questões é admitir muita incompetência.

quem nao passa no Exame vai estudar ou plantar tomate....

daniel (Outros - Administrativa)

Constituição define que cabe à Lei fixar os requisitos, e não existe facultade de advocacia, mas de Direito, logo quem quer ser Advogado, deve prestar o Exame. Quem comprou o diploma e não consegue passar pode plantar tomate ou trabalhar na construção civil como servente.

Oab não pode insistir com esse exame excludente

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista.
Relativamente ao famigerado, concupiscente, caça-níqueis exame da OAB, uma chaga social que envergonha o país dos desempregados. O Brasil precisa saber que não é da alçada da OAB e de nenhum sindicato avaliar ninguém. Isso é um abuso; um assalto ao bolso. Criam-se dificuldades para colher facilidade. Vamos respeitar a Constituição que diz em seu art. 209 que compete ao poder público avaliar o ensino. Isso é papel do omisso MEC. Art. 5º inciso XIII, da CF “É livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer. E o que diz a lei sobre qualificações profissionais? O art. 29 § 1º do Código de Ética Disciplina da OAB (Das regras deontológicas fundamentais), diz: “Títulos ou qualificações profissionais são os relativos à profissão de ADVOGADO, conferidos por universidades ou instituições de ensino superior, reconhecidas. Esse dispositivo foi revogado sorrateiramente pelo novo Código de Ética da OAB. Mas a revogação tem efeito “ex-nunc”. Alô Ministério Público Federal. Isso é Brasil 12 milhões de desempregados entre eles cerca de 130 mil escravos contemporâneos da OAB devidamente qualificados pelo omisso Estado (MEC), jogados ao banimento, sem direito ao primado do trabalho. A privação do emprego é um ataque frontal os direitos humanos: Assistir os desassistidos e integrar na sociedade os excluídos. Há sete meses o Dep. Rogério Rosso, do PSD/DF está engavetando os PLs nºs 2154/11, 5801/05, 7553/06, 2195/07, 2426/07 e 2154/11 apensados ao PL 5054/05, que tratam do fim do famigerado caça-níqueis exame da OAB. Quanto maior reprovação maior ao faturamento. Qual o medo do omisso Congresso Nacional extirpar esse câncer? Ufa!.

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