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Por Sérgio Rodas

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Ajuda a atletas

Advogados do Machado, Meyer, Sendacz e Opice fazem pro bono nas Olimpíadas

Três integrantes do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados estão fazendo trabalho pro bono durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro. Ariana Anfe, Gisela Mation e Pedro Felipe da Silva foram selecionados pela seccional do Rio de Janeiro da Ordem dos Advogados do Brasil para atuarem em processos de arbitragem e mediação durante os jogos . 

A prática da arbitragem ocorre em todas as edições das Olimpíadas com o objetivo de resolver com agilidade litígios que ocorram ao longo das competições. Fora dos grandes eventos, a arbitragem de recursos no esporte costuma levar entre seis meses e três anos. Já no caso das Olimpíadas, os árbitros têm poucos dias para tomar uma decisão, uma vez que esse processo poderá afetar o andamento das diversas modalidades em competição. 

Os cerca de 30 advogados selecionados pela OAB-RJ atuam como representantes de atletas que não têm condições de arcar com os honorários de um profissional. E, no geral, a expectativa é que todos os litígios sejam solucionados em uma única audiência.

Segundo o Tribunal Arbitral do Esporte, até o dia 5 de agosto já haviam sido registrados 21 casos relativos aos Jogos do Rio, superando a quantidade registrada ao longo de todos os dias de competição das Olimpíadas de Londres, em 2012.   

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Revista Consultor Jurídico, 9 de agosto de 2016, 17h32

Comentários de leitores

3 comentários

Oab pra quê?

Touro Reprodutor (Funcionário público)

OAB é uma das instituições mais corruptas do país e que, segundo o STF, não é uma autarquia, mas uma instituição pública independente, uma espécie de autarquia especial!! A verdade é que essa instituição, desde a sua criação, só olhou para o seu próprio umbigo, ora se comportando como autarquia para usufruir direitos destas, ora se comportando como independente a fim de não cumprir as obrigações de uma autarquia, transformando-se num instrumento de poder político de esquerda, por exemplo, a OAB-RJ, que acionou ação contra o Bolsonaro pela homenagem ao Ustra, e protegeu os parlamentaes esquerdopatas que homenagearam os terroristas do passado Lamarca e Marighela!!!

Apenas lendas

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Diz a lenda que não se pode fazer propaganda de atuação pro bono. Trata-se, pelo jeito, de apenas uma lenda, ao menos para quem possui "costas quentes" junto aos decadentes Tribunais de Ética da Ordem dos Advogados do Brasil.

É cada uma hein?

Manente (Advogado Autônomo)

Quer sim, quer não. É uma forma de captação de clientela, o que é vedado a advocacia. Ou não é?
Por intermédio dos atletas humildes e pobres e que se faz contatos e se obtém indicações dos abastados financeiramente, inclusive, das federações, confederações, etc.
Ora, que tal visitarem as inúmeras comunidades e auxiliarem as pessoas extremamente necessitadas com dificuldades de acessarem até mesmo a Defensoria Pública.
Aliás, a OAB nada faz, permanece inerte.

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