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Notas Curtas

Por Leonardo Léllis

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Questão de lógica

Argumento simples tirou Paulo Maluf da lista de procurados da Interpol

Por 

Deputado não pode ser considerado foragido, pois tem endereço conhecido.
Janine Morais/Agência Câmara

A saída do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) da lista de procurados da Interpol tem uma explicação simples e lógica: a relação é de procurados. Como o ex-prefeito de São Paulo tem endereço fixo e seu local de trabalho é conhecido — a Câmara dos Deputados —, não pode constar como foragido. Isso não muda, no entanto, quaisquer condenações que existam contra ele.

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 é chefe de redação da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 12 de abril de 2016, 20h19

Comentários de leitores

8 comentários

Interpol e Maluf

Rocha advogado do ES (Advogado Assalariado - Empresarial)

Aos invejosos o preço da concuspciência na própria carne e aos criminosos às honras carcerárias. Se Maluf atravessar nossas fronteiras, será enjaulado, sem o salário da categoria, apenas uma quentinha por conta do Estado e um pão com mortadela.

Professor Edson (Professor)

Observador.. (Economista)

Concordo com sua visão.
Uma mera tática para deixar o indivíduo relaxado e de volta à zona de conforto; mais passível, assim, de cometer o erro de viajar.

Concordo!

Júlio Candal (Advogado Autônomo - Civil)

Concordo totalmente com o "simples e lógico" mencionados na matéria, uma vez que o sujeito ainda não foi preso exclusivamente em razão de lei nacional que prevê que nenhum brasileiro nato será extraditado! Mais uma daquelas que os "brilhantes" constituintes maquivelicamente inseriram no texto constitucional (art. 5º, LI, fartamente invocado pelos "criminosos maiores" de nosso país em sua defesa! Bem ruinzinha essa nossa Constituição quando se trata de defender a sociedade desses mesmos "criminosos maiores"!

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