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Alckmin decide

Apoiado pela situação, Gianpaolo Smanio é o mais votado para chefia do MP-SP

Candidato apoiado pela situação, o procurador de Justiça Gianpaolo Poggio Smanio foi o mais votado na eleição para procurador-geral de Justiça de São Paulo, para o biênio 2016-2018, nesse sábado (9/4). Ele recebeu 932 votos, ante 850 votos conferidos a Eloisa de Sousa Arruda, que ficou em segundo lugar. Pedro de Jesus Juliotti recebeu 547 votos, ficando em terceiro.

Smanio (centro) ao lado do atual procurador-chefe Márcio Elias Rosa (esq.) e do conselheiro do CNJ Arnaldo Hossepian.Divulgação

O resultado, porém, ainda não garante Smanio na chefia do Ministério Público de São Paulo. O governador Geraldo Alckmin (PSDB) poderá escolher entre um dos três mais votados. Conta a favor de Smanio ter o apoio de Márcio Elias Rosa, atual procurador-geral, cujo segundo mandato se encerra após quatro anos no cargo.

Com 28 anos de carreira no Ministério Público de SP, Smanio foi subprocurador-geral de Justiça Institucional no último biênio.

Em entrevista à revista Consultor Jurídico, Smanio defendeu mudanças na legislação para combater a impunidade. Na avaliação do procurador, em acordos de delação premiada, os colaboradores podem abrir mão de alguns direitos e afirma que o sistema penal de São Paulo já garantia direitos de presos antes mesmo das audiências de custódia — iniciativa que garante ao preso em flagrante o direito de ser ouvido por um juiz em até 24 horas, vitrine do Tribunal de Justiça do estado e do Conselho Nacional de Justiça.

Em porcentagem, Gianpaolo Poggio Smanio teve 40,02% dos votos válidos. Eloisa de Sousa Arruda ficou com 36,50% e Pedro de Jesus Juliotti teve 23,49%. Houve ainda 3.209 votos brancos e 117 nulos.

Revista Consultor Jurídico, 10 de abril de 2016, 13h14

Comentários de leitores

2 comentários

Excelente

O IDEÓLOGO (Outros)

Aplausos ao Dr. Smanio, integrante do MP paulista e jurista.

golpe

MPJ (Procurador de Justiça de 2ª. Instância)

Somos apenas 3 membros em atividade no MP de Contas de Goias e os golpistas usam de ardis para não enviar a lista ao Governador.

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