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Debatendo melhorias

Desembargador Nalini visita sede da empresa que desenvolve o SAJ

Desembargador visitou a sede da Softplan na última sexta-feira (29/5)

O desembargador José Renato Nalini (foto), presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), visitou, nessa sexta-feira (29/5), a sede da empresa que desenvolve o Sistema de Automação da Justiça (SAJ), a Softplan. A presença de Nalini na companhia ocorreu por causa de sua viagem a Florianópolis (SC) para palestrar no Fórum Nacional de Juizados Especiais (XXXVII Fonaje).

Durante o encontro entre Nalini e os diretores da companhia, foram discutidas as práticas que buscam dar mais celeridade à Justiça brasileira, como o cartório do futuro, e o cenário atual da adoção do processo digital nas diferentes instâncias. Segundo informações da Softplan, até o momento, 67% unidades digitais já foram implantadas e, a partir de 2016, nenhuma ação física dará entrada no Tribunal paulista.

Além do desembargador e dos diretores da Softplan, participaram da reunião os integrantes da assessoria militar da presidência do TJ-SP Washington Luiz Gonçalves, Eduardo Xavier Mosna, Gerson Almeida Dias Filho, Jonathan Gisley da Cunha e o executivo de Relacionamento José Nardélio de Abreu Filho.

Revista Consultor Jurídico, 31 de maio de 2015, 18h07

Comentários de leitores

4 comentários

A Softplan precisa ouvir os servidores

Foschi (Oficial de Justiça)

Ao ler uma "notícia" dessa, lembro-me quando o sistema SAJ foi implantado aqui no TJ/MS Comarcas, isto em mil novecentos e guaraná de rolha. Haviam muitas falhas no sistema; errinhos quase insignificantes, que há época levamos aos replicadores, que representavam a empresa e eram responsáveis pela implantação do sistema e, evidentemente, seu correto funcionamento. Pois bem, esses pequenos, digamos, defeitos de fabricação, ainda hoje persistem no sistema, apesar das inúmeras atualizações efetuadas. Por exemplo: na tela "Cadastro de Atos/Diligências e Remessa do Agente para a Central", o operador está no campo "situação" ao dar um TAB deveria ir ao campo seguinte "atos", mas isso não ocorre; pula direto para o campo "endereços". Outro defeito: O Oficial de Justiça não consegue cadastrar o novo endereço do destinatário, o que deveria ser permitido, uma vez que é este servidor que vai a campo e constata a mudança de endereço. Mas por quê esses "defeitinhos" não são corrigidos? Vou arriscar um palpite: Quando a empresa, juntamente com o alto escalão do PJ, promovem um congresso, normalmente em local paradisíaco do litoral nordestino ou mesmo em Bonito/MS, penso que não convocam representantes dos servidores cartoriais e dos oficiais de justiça, que são os verdadeiros operadores do sistema. Fica aqui a dica. Softplan, ouça os servidores! Finalizando, alguém deve estar perguntando: Estaria em férias esse Oficial de Justiça, postando um comentário em uma segunda-feira, às 10 da manhã? Não deveria estar cumprindo mandados? Calma! Esses analistas judiciários, área fim, executor de mandados, serviço externo, (os ditos longamanus do Juiz) trabalham durante o dia, à noite, em fins de semana e feriados e registram ponto digital todos os dias. Espero ter colaborado.

Dá medo

Resec (Advogado Autônomo)

O E-SAJ é o melhor sistema até agora, embora possa melhorar (a petição aparecer logo após seu protocolo, por exemplo).

O que dá medo é a tendência do CNJ em querer substituir esse sistema pelo PJe. Esse é péssimo.

Concordo...

Eduardo.Oliveira (Advogado Autônomo)

Embora ainda haja julgadores que podem se dar ao "luxo" de pedir a impressão "capa a capa" de autos digitais e alguns juízes reclamando do processo eletrônico (!?) o SAJ tem funcionado muito bem para os jurisdicionados. A criação de opção para a anexação de documentos (doc. 1,2,3...) foi bem acertada.
Basta que aumentem e melhorem mais a eficiência do sistema, evitando que um advogado se desloque da zona sul para a zona leste para pedir a "juntada" de uma petição eletrônica.
Segundo serventuários, os arquivos são enviados, mas o sistema não avisa sobre a existência de petições, de modo que é preciso fazer uma busca diária para saber da existência de documentos para o Cartório e os seus processos.
Que tal aumentar a eficiência do sistema para melhorar o que já está se mostrando bom?

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