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Advogado exemplar

Ex-presidentes da OAB apoiam Fachin no Supremo Tribunal Federal

Um grupo formado por dez ex-presidentes do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e pelo presidente do Instituto dos Advogados Brasileiros apresentou moção de apoio à indicação do advogado Luiz Edson Fachin (foto) para compor o Supremo Tribunal Federal.

O documento foi lido na sessão plenária da OAB dessa segunda-feira (18/5) pelo ex-presidente da entidade, José Roberto Batochio. No texto os membros vitalícios da OAB afirmam que Fachin possui todos os requisitos necessários para assumir o cargo de ministro do Supremo.

"Advogado exemplar, com extensa militância no foro, doutrinador emérito e mestre de gerações, Luiz Edson Fachin é detentor de profundo conhecimento jurídico, que será colocado, sem duvida, a serviço da Suprema Corte e dos elevados interesses da Nação", afirmam. Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB.

Leia a íntegra:

Moção de apoio dos ex-presidentes do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e do presidente do Instituto dos Advogados Brasileiros à indicação do advogado Luiz Edson Fachin para compor o Supremo Tribunal Federal:

Os ex-presidentes do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e o Presidente do Instituto dos Advogados Brasileiros que abaixo subscrevem vêm a público declarar o seu integral e irrestrito apoio à indicação do advogado e professor Luiz Edson Fachin para compor o Supremo Tribunal Federal. Assim o fazem convictos de seu notável saber jurídico e de sua indiscutível reputação ilibada. Testemunham, publicamente, sua absoluta idoneidade, comprovadamente demonstrada ao longo de toda uma notória trajetória cívica, profissional e acadêmica, trilhada com integridade, ética e respeito aos valores republicanos.

Advogado exemplar, com extensa militância no foro, doutrinador emérito e mestre de gerações, Luiz Edson Fachin é detentor de profundo conhecimento jurídico, que será colocado, sem duvida, a serviço da Suprema Corte e dos elevados interesses da Nação.

Exortam, por isso, os membros do Senado Federal, nesta importante quadra da vida da República, a reafirmarem seu compromisso com a Constituição e com o povo brasileiro, oficiando com serenidade, isenção e justiça, não permitindo que tão fundamental julgamento seja tisnado por divergências políticas entre Poderes ou questões menores de qualquer natureza.

Brasília, 18 de maio de 2015.

Eduardo Seabra Fagundes
Mario Sergio Duarte Garcia
Hermann Assis Baeta
Marcello Lavenère Machado
José Roberto Batochio
Ernando Uchoa Lima
Rubens Aprobato Machado
Roberto Antonio Busato
Cezar Britto
Ophir Cavalcante Junior
Técio Lins e Silva (presidente do IAB)

Revista Consultor Jurídico, 19 de maio de 2015, 10h45

Comentários de leitores

10 comentários

Puxa-saquismo

Mauricio Kamayurá (Auditor Fiscal)

Ovação de "ex", nada significa, nem importa em que se perfilhem os seus "ex-súditos".
Pretensiosa apresentação e deselegante, porque falam, inclusive, sem procuração.
Órgãos de classe, sindicatos, associações não tem, nem supor ter coloração política-partidária.
Aliás, Fachin, faxinado, teve divergências, não satisfez à segunda exigência de reputação pura, imaculada... ilibada !
Nessas condições, sua posse deverá ser interrompida!

Hipocrisia e maledicência

Observador.. (Economista)

É alguém menosprezar outro, por este outro não aceitar dobrar a espinha para as manipulações que já fazem parte da paisagem brasileira.
Aqui a pessoa diz uma coisa e nem ao menos pode ser cobrada por pensamentos que pontuaram toda a sua vida.
Ficarei de novo com Marx , não o Karl, mas o Groucho :
"Você prefere acreditar em mim ou em seus próprios olhos?"

Que tal concursos público para todos

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista
Se para ser Advogado, há quase vinte anos OAB vem usurpando papel do Estado (MEC), triturando sonhos e diplomas gerando desemprego e doenças psicossociais, com provas calibradas estatisticamente para reprovação em massa, tão difíceis que OAB e FGV foram reprovadas nos últimos exames, obrigadas a anular questões que nem elas mesmas souberam identificar as peças. Ora senhores para ser advogado provas infestadas de pegadinhas, ambiguidades. Vendem-se dificuldades para colher facilidades?
Para elite ocupar vagas nos Tribunais Superiores, listas, via o chamado Quinto dos apadrinhados? Temos que abolir essa excrescência. Estou convencido que a melhor forma de investidura nos Tribunais Superiores, inclusive no Egrégio STF, deveria ser via o consagrado Princípio Constitucional do Concurso Público o qual configura-se um dos pilares mais importantes de um Estado Democrático de Direito. Em regra, conforme está insculpido no art. 37-II CF o ingresso no Serviço Público dar-se-á mediante a realização do concurso, onde se busca garantir a igualdade de condições de todos os candidatos. Nesse sentido o jovem Senador REGUFFE apresentou aos seus pares a PEC 52/2015 exigindo CONCURSO PÚBLICO PARA STF e demais Tribunais. Nossas leis que vem da época de D.João VI, foi estruturada para proteger as elites e punir os pobres. E os nossos caros representantes do Judiciário fazem isso até hoje. Aliás, as “nossas leis são como as serpentes só picam os pés descalços.

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