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Dinheiro cortado

Escritórios tiram apoio de congresso que traz Moro como destaque

O convite a Sergio Moro para encerrar um dos mais importantes eventos de Direito Criminal do país repercutiu mal entre advogados criminalistas. Escritórios que tradicionalmente patrocinavam o Seminário Internacional de Ciências Criminais retiraram o apoio financeiro do evento. As bancas Malheiros Filho, Meggiolaro, Prado Advogados e Oliveira Lima, Hungria, Dall’Acqua & Furrier Advogados cancelaram formalmente o patrocínio ao evento, que está em sua 21ª edição.

O juiz federal Sergio Fernando Moro, que tem ganhado os holofotes por conduzir os processos da operação “lava jato”, vai participar da mesa de encerramento do congresso, que vai de 25 a 28 de agosto. Na mesma mesa, falarão Lenio Luiz Streck e Renato de Mello Jorge Silveira, ambos advogados e professores. Anteriormente, o professor e criminalista Juarez Tavares compunha a mesa, mas retirou seu nome.

O presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCrim), organizador do evento, Andre Kehdi, vê com naturalidade a discordância. Segundo ele, por fomentar o debate sobre Direito Criminal entre advogados, juízes e promotores — não representando especificamente uma classe — o instituto costuma ter discussões acalorados sobre as posições que toma. Ele conta que 94 entidades foram convidadas a apoiar o evento.

Revista Consultor Jurídico, 8 de maio de 2015, 19h38

Comentários de leitores

15 comentários

Amadorismo...

carpetro (Juiz Estadual de 2ª. Instância)

Se eles fossem inteligentes, continuariam a apoiar cada vez mais o Juiz Moro, pois ganhariam - e continuariam ganhando! - vultosos honorarios em cima da atuação dele...

Coerente!

Willson (Bacharel)

Fosse eu o cliente, o quem paga os honorários advocatícios que sustentam os escritórios de advocacia e seus proprietários, não gostaria que tais recursos patrocinassem holofotes para um juiz cuja conduta, digamos, paladina, diante dos reus, nao é la uma unanimidade. Democracia. Nesse caso, a questão não é de corporativismo, mas de não misturar agentes que parecem estar visivelmente, em lados opostos.

Infantilidade?

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Já que falou em recursos, prezado LeandroRoth (Oficial de Justiça), responda-me uma pergunta: quando será julgada a exceção de incompetência levantada em face à Vara na qual tramita a famigerada ação penal intitulada de "Lava Jato". Todo mundo sabe que a exceção foi interposta, E NÃO FOI JULGADA, e se amanhã ou depois for julgada procedente determinara a nulidade de tudo o que foi feito. A

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