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Pesar na magistratura

Morre Romeu Barbosa Jobim, desembargador aposentado do TJ-DF

O desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, Romeu Barbosa Jobim, morreu na última quinta-feira (30/4), aos 88 anos de idade. Ele deixou mulher, três filhas e oito netos.

Natural de Rio Branco (AC), o desembargador chegou à capital em 1960. Era formado em Filosofia e Direito, no Rio de Janeiro. Ele foi redator da Câmara dos Deputados até ingressar na magistratura do DF por meio de concurso público, em 1976. Ele foi titular da 1ª Vara Criminal e da 2ª Turma e Câmara Criminal.

Cidadão Honorário de Brasília, foi agraciado com muitos títulos, entre eles as comendas da Ordem do Mérito Judiciário do Distrito Federal e dos Territórios e do Mérito Eleitoral. Romeu Jobim também foi juiz, desembargador, vice-presidente e corregedor do Tribunal Regional Federal do Distrito Federal.

Após se aposentar, o desembargador dedicou-se à literatura, tendo se tornado uma das vozes junto ao meio literário do DF. Entre as obras de sua autoria, destaca-se Justiça: Humor Forense, que narra mais de 100 episódios e situações vividas por ele no dia a dia do tribunal, em mais de 20 anos de magistratura. Ele também escreveu Em Tom Menor, Pássaros de Meus Bosques, Amanhã Cedo é Primavera, Boa Tarde, Excelência! E Cantos do Caminho. Seu último livro foi Entre Crônicas e Contos.

Romeu Jobim era membro fundador e conselheiro da Associação Nacional de Escritores, cofundador da Academia Brasilense de Letras e membro do Instituto Histórico e Geográfico do DF. Com informações da assessoria de imprensa do TJ-DF.

Revista Consultor Jurídico, 3 de maio de 2015, 16h08

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