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Ex-diretor da Petrobras

Renato Duque aceita acordo de delação premiada na operação "lava jato"

Renato Duque foi preso, solto e preso de novo durante a operação "lava jato".Reprodução

O ex-diretor de serviços da Petrobras, Renato Duque, aceitou o acordo de delação premiada para colaborar com a operação “lava jato”, que investiga corrupção na Petrobras. Ele desistiu de impetrar Habeas Corpus para questionar a diferença de tratamento que seu caso estava recebendo em relação aos demais investigados. Seu advogado, Roberto Brzezinski, havia apontado que os prazos dados pelo juiz federal Sergio Fernando Moro para manifestação da defesa de Duque eram menores.

Duque é acusado pelo Ministério Público de participação em crimes de fraude à licitação, corrupção passiva (pelo recebimento de propinas) e lavagem de dinheiro (pelo recebimento, ocultação e dissimulação da propina em contas secretas mantidas no exterior). Ele ocupou a diretoria de Serviços da Petrobras de 2003 a 2012.

O executivo foi preso no final de 2014 e solto em 3 de dezembro por ordem do STF. Após ficar 100 dias em liberdade, o juiz federal Sergio Moro, decretou novamente sua prisão, invocando, dessa vez, o risco à ordem pública.

Revista Consultor Jurídico, 31 de julho de 2015, 21h35

Comentários de leitores

2 comentários

Vem coisa grande aí

Papajojoy (Estagiário - Tributária)

Esse é o "Big Boss", Capo de tutti Capi. Em nove anos manipulou bilhões e embolsou milhões. É arrogante como Al Capone e perigoso como Dillinger. Inimigo público importante e sangrador do erário. Vamos ver o que vem de sua delação.

Alguém indignado?

Igor Moreira (Servidor)

Parabéns à decisão do réu. Quem fica triste ou preocupado com um colaborador da Justiça?

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