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Resposta a artigo

Deputado Hugo Leal nega que tenha sido citado na "lava jato"

A assessoria de imprensa do deputado federal Hugo Leal (PROS/RJ), autor da Proposta de Emenda à Constituição Federal 89, enviou nota à redação da revista eletrônica Consultor Jurídico contestando uma possível interpretação do que é afirmado no artigo "PEC 89 é uma afronta ao Estado Democrático de Direito", publicado na coluna MP no Debate, no último dia 20.

Segundo a nota, ao citar o político, o presidente do Movimento Ministério Público Democrático, promotor de Justiça Roberto Livianu, permite que o leitor interprete que Hugo Leal foi citado na operação "lava jato", que investiga corrupção na Petrobras. O que não aconteceu.

Em relação às críticas à PEC, o parlamentar rebate dizendo que a proposta "busca atender a uma demanda da sociedade, que cobra por mais eficiência e efetividade aos procedimentos de investigação criminal e ao julgamento das ações penais".

Leia a nota:

O autor do artigo “PEC 89 é uma afronta ao Estado Democrático de Direito”, ao afirmar que “... oito dias antes, o deputado Hugo Leal, do PROS/RJ já havia apresentado Proposta de Emenda à Constituição Federal 89, que propõe a criação de juizados de instrução criminal sob a presidência de Delegados de Polícia. Ele é da base aliada do governo federal — que se vê em situação dificílima em face das investigações decorrentes da operação "lava jato...”, impõe uma interpretação equivocada e dúbia, no sentido de que ou o deputado federal Hugo Leal (PROS/RJ) estaria em situação "dificílima" em face das investigações da operação "lava jato" ou ele estaria a mando do governo federal, em função da citada operação, o que constitui uma falácia. Cabe restabelecer a verdade, esclarecendo que o deputado Hugo Leal jamais foi citado nessa operação ou em qualquer outra investigação da Polícia Federal.

Não se pode ser irresponsável ao ponto de ligar um deputado de reputação ilibada, com conduta ética acima de qualquer suspeita a um episódio como esse. A proposição da PEC 89 pelo parlamentar é a demonstração do exercício autônomo e independente da atividade legislativa, para a qual foi eleito deputado federal. Seu debate fortalece os processos democráticos, mas uma barbaridade como essa jamais passará em branco. É preciso que seja feita justiça à trajetória honrada do deputado Hugo Leal.

Diferentemente do que afirma o autor, a presente proposta busca atender a uma demanda da sociedade, que cobra por mais eficiência e efetividade aos procedimentos de investigação criminal e ao julgamento das ações penais. Caso deseje fazer o debate de forma séria e construtiva que se coloque a disposição para esclarecimentos, podendo ser convidado a ir ao Parlamento e aí sim defender a sua tese. De outra forma suas palavras e atitudes não passarão de ilações, imposição de ideias e uma verdadeira afronta ao Estado Democrático de Direito.

Assessoria de imprensa do deputado Hugo Leal

Revista Consultor Jurídico, 22 de julho de 2015, 19h38

Comentários de leitores

5 comentários

Não conheço, não vi, mas....

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Em sendo um político acho que o melhor a fazer é ficar quietinho e rezar para que nada apareça mesmo. Não é que todos os políticos sejam desonestos. NÃO, não é isso. Desonestos são apenas os políticos normais.

Há legislar

JUNIOR - CONSULTOR NEGÓCIOS (Professor)

a independência do poder legislativo está na berlinda, vez que se a maioria dos parlamentares estarem sendo processados judicialmente ou alvos de investigação sigilosa do mp, ainda que não culpados, temerão em exercer seus ideais republicanos por meio de leis. Certo é que o mp persegue seus opositores, certo é que há "juiz em Berlim", certo é que até se provar a inocência gasta-se recursos.

Calma senhor deputado.

Bellbird (Funcionário público)

Já deveria saber que o MP ataca tudo e todos que de uma forma ou outro não traga algum benefício para eles. Vcs criaram um monstro e agora têm que aguentar esta fome voraz. Se vc tivesse apresentado um PEC para o auxilio moradia deles aumentar em 50%, que não precisasse pagar o imposto de renda, que tem direito a três meses de férias, com certeza estaria sendo elogiado como o melhor deputado do mundo.

Mas no fundo, eles não estão atacando vc, o problema é com os delegados, os únicos que conseguiram barrar a sanha de comandar a polícia.

Mas de qualquer forma está na hora de aparar as arestas.

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