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Crítica a “boatarias”

Tuíte sobre frigorífico faz Lulinha questionar Eduardo Jorge na Justiça

O empresário Fábio Luis Lula da Silva, filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, interpelou judicialmente o ex-candidato à Presidência da República Eduardo Jorge (PV) por uma mensagem publicada em dezembro no Twitter. Em texto veiculado na rede social, o político associou Fábio ao frigorífico Friboi, do qual ele afirma não ser sócio.

A frase foi divulgada depois que a presidente Dilma Rousseff (PT) disse durante a campanha eleitoral que não mexeria nos direitos trabalhistas “nem que a vaca tussa”, mas, após eleita, anunciou mudanças que dificultarão o acesso dos trabalhadores à Previdência. “A vaca que tossiu não é do frigorífico do filho do Lula. Então pode comer à vontade”, afirmou o responsável pela conta @eduadojorge43 (sem r no nome).

A interpelação é uma medida preparatória para a Ação Penal privada, voltada a acusações de crimes contra a honra. “As respostas que serão fornecidas pelo Sr. Eduardo Jorge serão importantes para direcionar as providências que serão tomadas no âmbito cível e criminal contra pessoas que estão se utilizando da internet para divulgar inverdades, boatarias e ofensas em relação ao Fábio”, afirma o advogado Cristiano Zanin Martins, que representa o filho do ex-presidente junto com os colegas Roberto Teixeira e Rodrigo Azevedo Ferrão, do Teixeira, Martins & Advogados.

O autor afirma na interpelação ser “vítima de atos criminosos na internet que lhe atribuem, de forma mendaz, a propriedade de fazendas e, ainda, a participação societária em frigoríficos e empresas do gênero”. Em 2013, ele já havia solicitado inquérito policial para apurar a autoria de publicações consideradas ofensivas e veiculadas em sites e blogs anônimos.

Após ser notificado, Eduardo Jorge terá dez dias para apresentar, por escrito, os esclarecimentos requeridos pelo filho de Lula.

Revista Consultor Jurídico, 28 de janeiro de 2015, 22h12

Comentários de leitores

8 comentários

Contrato parceria de investimentos

futurae visionis (Advogado Autônomo - Civil)

A questão que interessa é o inicio do relacionamento entre a pequena empresa e um concessionaria de serviço publico, que fez investimentos de milhões, permitindo a pequena empresa e os eventuais sócios uma guinada financeira.
Mas o eixo a ser analisado é o contrato de parceira e investimentos, no qual as partes contratantes estão obrigadas a cumprirem. Para a concessionaria de serviços públicos foi a obrigação do investimento. E para a pequena empresa QUAL FOI A OBRIGAÇÃO CONTRATUAL? Com certeza prestação de serviços, mas quais serviços seria prestados e se este valor esta adequado ao valor de mercado e o serviço efetivamente prestado.
Analisado a vista deste questão, a contratação poderia ser possível.

Então...

preocupante (Delegado de Polícia Estadual)

Eñtão ele continua pobre como era ao tempo que Lula pai assumiu pela primeira vez a presidência da República? Quer dizer que a revista Veja mentiu ao afirmar que ele vendeu à uma empresa de telecomunicação uma empresa que valia apenas cem mil, por uma "bagatela" de vários milhões?
A receita federal pode esclarecer esses fatos.

Na linha dos ditados: o ódio cega!

Willson (Bacharel)

Parece pouco provável a ilação do sr. Eduardo Jorge. Gente babando de ódio e muito afim de trucidar Lula e seu filho é o que não falta. Ademais, jornalistas e até advogados tem aderido à mania nacional de inverter o ônus da prova. Com a falácia reducionista do "onde há fumaça há fogo" querem que o acusado prove que é honesto, quando o direito prega o contrário. Ora, muitas vezes, onde há fumaça, existe uma sanha persecutória não amparada nos elementos probatórios. Pergunto-me: Será que passaram, mesmo na prova da OAB? Colocariam tais teses em suas peças práticas? Leram a Constituição, pelo menos?

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