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230 feridos

Defensoria Pública investiga acidente de trens no Rio de Janeiro

A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro decidiu investigar as causas do acidente entre dois trens da Supervia. A tragédia aconteceu na noite desta segunda-feira (5/1), na estação de Mesquita, na Baixada Fluminense. Pelo menos 230 pessoas ficaram feridas. 

A investigação, segundo o órgão, pretende agilizar o pagamento de indenizações às vítimas. A apuração será conduzida pelo Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria. Segundo a coordenadora do departamento, Patrícia Cardoso, a ideia é buscar solução extrajudicial cada caso, evitando que os consumidores tenham que recorrer à Justiça. “É uma alternativa mais rápida e que contempla todos os envolvidos”, explicou.

O defensor público-geral, André Castro, pediu uma audiência, nesta terça-feira (6/1) ao secretário estadual de transportes, Carlos Osório. Ele pediu a presença da Supervia e da Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários e Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro (Agetransp).

A Defensoria Pública vai encaminhar ofício ao Corpo de Bombeiros e a todos os hospitais públicos que receberam feridos, de modo a ter uma listagem prévia dos feridos no acidente. O órgão orienta as vítimas guardarem qualquer comprovante que ateste ligação com o choque de trens, como receitas médicas. Os que tiveram pertences roubados logo após o acidente podem apresentar registro policial na delegacia da área. 

Os interessados podem ligar para a Defensoria, no número (21) 2868-2100, ramal 297. Com informações da assessoria de imprensa da Defensoria Pública do RJ.

Revista Consultor Jurídico, 6 de janeiro de 2015, 15h17

Comentários de leitores

10 comentários

Impropriedade do termo.

Bellbird (Funcionário público)

Acho que só isso, pois o texto não se mostra tal qual o titulo. Está parecendo jornais, onde anuncia que uma mulher foi roubada, quando na verdade foi furtada. Ou quando se fala que uma mulher foi vítima de racismo, quando na verdade foi crime de injúria qualificada. De qualquer forma, considerando que o poder de requisitar das defensorias estão caindo tudo, via ADIN, ninguém estará obrigado a cumprir tais pedidos.

O Plenário do Supremo Tribunal Federal julgou parcialmente procedente, em 2010, a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 230) em que o governo do Rio de Janeiro questionava itens da Constituição estadual sobre prerrogativas dos defensores públicos cariocas, em especial no tocante ao poder de requisição. A ação foi proposta em 1990 e demorou quase 20 anos para ser julgada.

Mais um

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Creio que se o comentarista AWM (Outros) tivesse um mínimo de caráter, antes de sair insultando os demais comentarista ele deixaria muito bem estampado, de forma muito clara, seu nome completo, lembrando que o anonimato é a arma principal dos covardes.

Quando a má-fé e o recalque imperam

AWM (Outros)

Quando a má-fé e o recalque imperam, não tem jeito... Estes comentaristas são dos mesmos recalcados de sempre... nada de surpresa... apurar os fatos para melhor direcionar a ação contra os responsáveis é errado agora!? kkkkkk.... será que é assim que vcs atuam em suas funções!? .... Então, é melhor a Defensoria Pública não verificar nada, entrar com ações contra "Deus e o Mundo"... Ê,ê... para vocês deve ser mesmo, mas para os que precisam da Defensoria Pública, com certeza não é!

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