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Maratona de perguntas

Comissão do Senado aprova novo mandato para Rodrigo Janot na PGR

Depois de uma sabatina que durou cerca de dez horas, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (26/8) a recondução do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para ficar mais dois anos no cargo. O placar foi de 26 votos favoráveis e 1 contrário.

Janot teve 26 votos dos 27 membros da CCJ
Jefferson Rudy/Agência Senado

O nome do procurador ainda precisa passar pelo Plenário do Senado, onde é necessária a aprovação de ao menos 41 membros da Casa.

Durante a sabatina, Janot foi questionado sobre as polêmicas delações premiadas, a aplicação da teoria do domínio do fato, o ativismo judicial e os vazamentos de informações sigilosas de investigações. E ouviu novas críticas do senador Fernando Collor (PTB-AL), que tem criticado a “seleção” de alguns políticos nos desdobramentos da operação “lava jato”.

Janot foi o preferido em votação conduzida pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) no início de agosto. A lista tríplice foi encaminhada à presidente Dilma Rousseff (PT), que seguiu a tradição de escolher o favorito pela categoria.

O procurador-geral comanda o Ministério Público da União desde 2013 e ingressou na instituição em 1984. Tornou-se procurador regional da República em maio de 1993 e foi promovido a subprocurador-geral em outubro de 2003. Presidiu a ANPR (de 1995 a 1997), foi membro do Conselho Superior do MPF e secretário-geral do MPF, de 2003 a 2005. 

Revista Consultor Jurídico, 26 de agosto de 2015, 20h48

Comentários de leitores

3 comentários

C u i d a d o !

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Ainda precisa passar pelo Senado com maioria absoluta e nesse reduto temos Collor e Renan, os dois mais honestos dentre todos os outros. Portanto, imaginem o que ainda está por vir.

Gato e rato

wilhmann (Advogado Assalariado - Criminal)

É insofismável que o escolhido pela PR acaba sendo eleito pela PR. Collor tresanda a nomeação de Janot, talvez por ter sido nomeado. Mas o senado apresentou algumas denuncias contra o PG ainda que seja uma vindita tal fato indica que o investigador geral também deva ser objeto de investigação. Pois como disse parafreseando-o ninguem está acima da lei.Ora, isto vale para o PG. Claro que Dilma viu no PG um aliado, senão não estaria prestigiando sua escolha. Qual foi dos alvitrados para o STF se não se enquadra-se na ideologia petista? Collor, não estou munido de sua procuração, se cometeu falhas em sua administração, o governo lula e dilma superaram em todos os aspectos e nada aconteceu ainda!? Precisamos de ética, moral e legalidade que inexistem nos poderes da republica, que estão sempre alardeando vantagens: é o gato atras do rato e vice versa!

Parabéns!

Flávio Marques (Advogado Autônomo - Criminal)

Em que pese o desgosto que o Congresso proporciona à nação, o Senado fez algo de útil e referendou a indicação de Janot. Parabéns ao PGR! Sorte, determinação, sabedoria e paciência, muita paciência para aguentar essa gente!

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